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Quinta-feira, 13 de Julho de 2006

Os resultados dos exames

Saíram as classificações dos exames do ensino secundário e os resultados em algumas disciplinas é mau. Neste momento milhares de alunos não têm classificação para poderem candidatar-se ao Ensino Superior no próximo ano. (Têm classificações negativas a Física e Química A e a Biologia e Geologia).

Algo terá que ser feito. Uma parte significativa das culpas deste resultado está no Ministério da Educação. Não testaram os programas, não fizeram provas-modelo, elaboraram exames não adaptados aos conhecimentos dos alunos e definiram critérios de avaliação absurdos e promotores de injustiças.

Neste momento, poderia ainda tentar-se diminuir os efeitos da situação criada, permitindo que os alunos repetissem o exame na 2ª chamada, e autorizando a utilização da classificação obtida na 1ª fase de candidaturas do próximo ano.

Não sei a que ministério compete essa decisão, mas, a ser tomada, atenuaria os males que já estão produzidos.

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publicado por Paulo às 14:31
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Quarta-feira, 12 de Julho de 2006

Exames

Saíram hoje os resultados dos exames do 9º ano. Continuam os resultados maus na disciplina de matemática. Esperemos que o próximo ano, em que os resultados da reflexão efectuada este ano nas escolas começará a ser aplicada, traga uma efectiva melhoria dos resultados.

Infelizmente nas fontes consultadas não consegui encontrar uma comparação real dos resultados. Apenas aparece uma subida de 2,2 para 2,4, o que não tem qualquer significado. Como cada nível traduz um intervalo classificativo numa outra escala,   fica--se sem saber como variou a média classificativa de um ano para o outro. Seria importante saber a média em termos percentuais, porque apenas essa dará uma informação sobre se existe subida ou descida das classificações.

Entretanto amanhã serão publicadas as classificações do secundário e temo que surjam surpresas muito negativas. Os comentários surgidos sobre a qualidade de algumas das provas fazem temer o pior.

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publicado por Paulo às 22:11
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Segunda-feira, 10 de Julho de 2006

Horários

Do gabinete do Secretário de Estado da Educação, com data de 29 de Junho, saiu um documento a que foi dado o título:

Organização do ano lectivo 2006/2007

Algumas notas

Este documento pretende estabelecer algumas regras, que desde o desaparecimento de um documento que se chamava LAL, (Lançamento do Ano Lectivo), não se sabia se deveriam ser aplicadas ou desprezadas na elaboração dos horários.

A intenção era boa, mas o resultado parece-me fraco. Quem fez o documento mostra desconhecer a realidade das escolas e o conjunto das disciplinas dos diversos cursos do secundário.

As indicações para a organização dos horários foram repescadas do antigo LAL sem cuidar da sua adaptação à realidade actual.

1 – Qual a razão que leva a distinguir a língua estrangeira  e a Educação Física das outras disciplinas? Perante um tão grande conjunto de disciplinas que têm dois tempos lectivos, (refiro-me a blocos de 90 minutos), por que razão apenas estas não podem ser leccionadas em dias seguidos? Por que é que a Matemática B, a Física e Química B, o Português, a Filosofia, etc,  estão isentos desta regra que qualquer equipa de horários sabe que deverá seguir?

Gostaria muito de ser esclarecido, embora me pareça óbvio que quem escreveu tal regra não faz a mínima ideia da justificação que pode dar.

2 – Ao limitar o número de aulas a 8 tempos semanais, obriga a que as turmas dos cursos Científico-Humanísticos do 10º ano, que têm 40 tempos semanais, tenham aulas todos os dias de manhã e de tarde, nunca saindo antes das cinco horas, se iniciarem logo ao primeiro tempo da manhã.

Onde fica o tempo para estudar?

Será que no Ministério da Educação conhecem a carga horária dos alunos?

Parece-me que não. Não é bom para os alunos terem dez tempos diários, mas entre terem pelo menos um dia com dez tempos, onde se poderiam colocar algumas disciplinas mais “leves”, e não terem tempo para estudar, com aulas todos os dias de manhã e de tarde, eu prefiro a primeira hipótese.

3 – Será que o senhor Secretário de Estado da Educação sabe que os cursos tec nológicos têm 42 tempos lectivos.

Como se faz? Eliminam-se 2 tempos ou não se cumprem as indicações?

4- O que entende o senhor Secretário de Estado da Educação por aulas isoladas? Será apenas um bloco (90 minutos) num turno? Quer obrigar a 2 tempos de manhã e dois à tarde? Saiba o senhor Secretário de Estado da Educação que em escolas sobrelotadas esse objectivo é impossível de cumprir.

Há ainda uma outra situação. Não será justo que uma disciplina que é de opção fique isolada no turno? Por que terão os alunos do ensino secundário, que não têm essa disciplina, de ser obrigados a passar mais um turno na escola? Refiro-me à disciplina de Educação Moral e Religiosa.

5 – Só mais uma nota para a indicação de que não devem existir dias muito sobrecarregados.

Com 40 e 42 tempos como é possível evitar dias muito sobrecarregados?

Gostaria de ver o senhor Secretário de Estado da Educação a fazer esses horários. Os alunos agradeceriam, pois é algo que as equipas de horários terão muita dificuldade, mesmo impossibilidade, em fazer.

Para a próxima vez que pretenda produzir indicações sobre os horários, a equipa do senhor Secretário de Estado da Educação deve informar-se de quais os reais problemas que surgem na elaboração dos mesmos, e não apenas produzir documentos com base em textos pretéritos, que depois não podem ser aplicados ou criam situações absurdas. 

publicado por Paulo às 15:43
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Domingo, 9 de Julho de 2006

Depois do mundial

Que valores são estes, em que apenas se observa o resultado final, exacerbando o seu relativismo e desprezando o seu mérito absoluto? Que valores são estes, que desprezam o caminho, o método de atingir o resultado, a qualidade do trabalho desenvolvido, exultando apenas com o valor final?

Em que país e em que situação, perante a meta não atingida, os actores que têm por dever a obtenção do resultado são sempre desculpados, não lhe sendo nunca atribuído falta de qualidade ou de empenho, sendo imputada a origem do desaire a quem trabalha sem poder controlar as capacidades daqueles que não atingem o resultado?

Não! Não estou a aludir à selecção da Federação Portuguesa de Futebol nem aos árbitros. Estou a referir-me à senhora Ministra da Educação e à sua política educativa.

publicado por Paulo às 12:46
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Sexta-feira, 7 de Julho de 2006

Aqueles que não querem ver!

A resposta dada pelos responsáveis do GAVE às críticas feitas aos exames nacionais pelas associações de professores, pelas associações científicas ou por professores a título individual, faz-me lembrar a velha história da mãe que diz para a amiga, ao ver o seu filho a marchar com o passo trocado: - “Olha que bem! Só o meu Manel é que vai certo. Os outros vão todos mal!”

Há sempre aquelas pessoas que não querem ver!

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publicado por Paulo às 17:45
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Quinta-feira, 6 de Julho de 2006

Escolas e contratos de professores

As escolas vão poder contratar directamente os professores de que irão necessitar. Se esta medida poderia ser positiva, para determinadas disciplinas de cursos profissionais, desde que fosse transitória, a sua generalização a muitas outras situações, vai trazer para as escolas portuguesas a corrupção e o compadrio. Vão ser colocados os conhecidos, os amigos, os do partido, os da família, etc, não atendendo à capacidade profissional e habilitações de cada candidato.

Alguém ainda se lembra de como, há alguns anos, eram feitas as contratações a nível de escola?

Os grandes defensores da “privatização do ensino público”, e também advogados desta medida, argumentam que se trata de trazer para a educação o que é feito na actividade privada. Esse é que é problema. Na actividade privada, se não houver falta de profissionais, os empregos são arranjados por “cunha”. É o conhecido que faz um pedido, é o sobrinho da prima da cunhada, que precisa de um emprego, etc. As empresas privadas contratam através de anúncio ou concurso, quando não existem ninguém à procura de emprego entre os conhecidos de quem contrata. Vai ser isso que se vai passar nas escolas daqui para a frente.

A contratação pelas empresas privadas não é exemplo para ninguém em termos de selecção dos melhores.

publicado por Paulo às 16:04
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Segunda-feira, 3 de Julho de 2006

Livros

No dia do exame de Português do 12º ano foi notícia que muitos alunos não liam as obras de “leitura obrigatória”, limitando-se a estudar os resumos. Conseguiam, (será que é mesmo verdade?), responder às diferentes questões, desconhecendo algumas das personagens, as suas características, os pormenores que por vezes singularizam uma obra  e às vezes até a temática geral da obra.

Esta atitude dos alunos veio-me hoje à memória (não sei bem qual a relação, mas deve existir alguma), após um “passeio” pelas prateleiras de livros do Continente. É de rir. Os autores são por vezes ordenados pela primeira letra do primeiro nome, outras vezes pela primeira letra do segundo ou terceiro; confundem o nome da personagem do livro (tratava-se uma série), com o nome do autor; a prateleira com a classificação de “científicos” cheia de livros sobre “heróis” do futebol, sobre “bruxarias”ou assuntos da mesma índole.

A ignorância de quem gere aquele espaço é de bradar.

Não me esqueço que há alguns meses um livro de banda desenhada erótica ou pornográfica, (depende das opiniões), estava junto dos livros técnicos de fotografia. A capa do livro era uma imagem de uma máquina fotográfica antiga e o livro chamava-se “O clic”.

Para quem insultou os professores, como o proprietário do referido hipermercado, a qualidade do serviço que presta, nesta área específica, é para mim o espelho da consideração que devem ter as suas declarações.

publicado por Paulo às 19:09
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Domingo, 2 de Julho de 2006

Os alunos copiam?

Há pouco mais de uma semana foi notícia um estudo que mostrava a elevada percentagem de alunos portugueses do ensino superior que copiava nos testes. Não sei de onde nasce o espanto quando o “apelo ao copianço” é iniciado no ensino secundário.

1 – O aluno sabe que não corre grandes riscos por copiar.

a) Se o aluno está a olhar para o teste do lado ou a falar com o colega, quase sempre o professor se limita a uma repreensão, obrigando o aluno a calar-se ou ficar virado para a frente.

b) Se o “copianço” é escrito, o professor retira-lhe a “cábula”, ou em situações mais drásticas, anula-lhe a prova e dá-lhe uma nova oportunidade.  Quem é que deixou o aluno irremediavelmente com zero valores numa avaliação em que ele copiou? Eu não conheço ninguém que o tenha feito.

2- O Ministério da Educação fomenta o “copianço”, ao colocar como material necessário para o exame, em algumas disciplinas, as máquinas calculadoras gráficas, que não precisavam de ser utilizadas, e colocando nos exames questões que apenas apelam à memorização. As respostas vão escritas na máquina e há instruções “superiores” para que os professores não verifiquem nada do que as máquinas possuem.

Desconfio que se um professor penalizasse de forma grave qualquer “copianço”, ou a tentativa, não atribuindo classificação nem dando possibilidade de repetir a prova, teria imensos problemas, e como problemas já não lhe faltam….

Se realmente houvesse vontade de diminuir a intensidade esta “praga”, ( acabar com ela seria utópico),  bastaria considerar, em termos legais, estas fraudes como uma infracção disciplinar.

Entretanto vamos fingindo que tudo vai bem, … e que copiar faz parte do sistema. Se o aluno olha para o teste do colega do lado basta ir perguntando “Tens alguma dúvida?”.

Vamos sendo “porreiros”!

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publicado por Paulo às 16:10
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Sábado, 1 de Julho de 2006

Matrículas

Está a decorrer em algumas escolas, e noutras decorrerá nos próximos dias, o período de matrículas.

É lamentável, neste contexto, o surgimento de “lobbys” que tentam induzir os alunos e os Encarregados de Educação a optarem por determinadas disciplinas, facultando-lhe uma informação parcial.

Um pouco de isenção e deontologia profissional seria exigível a todos os que fazem parte das equipas de matrículas.

Utilizar a falta de informação de alunos e encarregados de educação para promover a matrícula em determinadas opções é lamentável, e deveria, sempre que ocorre, levar à tomada de medidas pelos órgãos de gestão das escolas.

música: escola,matrículas
publicado por Paulo às 11:06
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