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Domingo, 23 de Março de 2008

Março de 2007. Lembram-se....?

Como enfrentar a indisciplina?

Como enfrentar um grupo de alunos perturbador e malcriado que não aceita ordens?

Esta poderá ser uma forma?

Quem acusa a professora da  escola Carolina Michaelis de ter descido ao nível dos alunos, ou acusa os professores manifestantes  de holligans, deve ver primeiro estas imagens.

publicado por Paulo às 13:57
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Quinta-feira, 1 de Novembro de 2007

A entrevista ministra da educação

Estive a ver a entrevista que a senhora Ministra da Educação deu ao canal 1 da RTP.

Sobre o estatuto do aluno apenas sei “por ouvir dizer”,  pelo que prefiro não me pronunciar. Houve, no entanto, uma abordagem feita pela senhora ministra que achei curiosa.

Afirmou que era preciso desconectar a avaliação do comportamento. Não se deve elevar uma classificação de um aluno por ele se portar bem nas aulas, nem baixá-la por ele se portar mal. O comportamento deverá ser tratado num outro nível. Segundo as palavras que proferiu, se um aluno sabe, passa, se não sabe, não passa.

Não sei se a senhora Ministra da Educação já leu os critérios de avaliação aprovados nas escolas portuguesas, nas turmas do ensino básico em geral, e em turmas de currículos alternativos e nos designados PIEF mais particularmente,   mas também no ensino secundário.  Saber ou não saber está longe de ser condicionante na progressão dos alunos, e se fosse, a senhora ministra não conseguiria agitar a bandeira da descida dos números do abandono escolar.

publicado por Paulo às 22:04
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Domingo, 28 de Outubro de 2007

A mensagem e o mensageiro

O Conselho das Escola fez sair o seu primeiro comunicado, ou o primeiro que eu tive conhecimento. Dentro das expectativas, temos um texto totalmente em concordância com a opinião oficial do Ministério da Educação.

Muita gente estará a aplaudir, mas eu não, apesar de ser contra a publicação dos rankings.

O Ministério fornece a lista de todas as classificações com a indicação da escola.

Para que serve esta lista?

Apenas vejo uma utilidade. A elaboração os rankings que os órgãos de comunicação social fazem. Podem fazer mais alguma análise com a listagem que lhes é fornecida? Não!

Se a mercadoria só serve para isto, por que vem o fornecedor queixar-se da utilização que é feita do produto que ele fornece?

Se além das escolas fosse fornecido o nome dos examinandos, não faltaria quem fizesse um estudo a comparar as notas dos alunos de apelido Silva com os de apelido Sousa, ou qual o primeiro nome com média mais alta. Se lá colocassem a data de nascimento, teríamos os astrólogos a demonstrar a influência do signo de nascimento nas classificações.

Chega de hipocrisia! Os rankings existem por que o Ministério da Educação fornece a informação que apenas pode servir para que eles sejam elaborados.

O Conselho das Escolas, em vez de tentar atacar o mensageiro, deveria preocupar-se com o autor da mensagem.

publicado por Paulo às 09:11
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Domingo, 9 de Setembro de 2007

Entrevista

Um dos principais editores portugueses, Vasco Teixeira, deu uma entrevista ao jornal Público de sábado. Fez afirmações das mais duras que eu já vi escritas contra a actual ministra da educação. Claro que  devemos contextualizar as afirmações, não esquecendo que são proferidas por alguém que vive de uma indústria afectada pela política do actual ministério.

Fica aqui um pequena citação:

“…fez tudo da pior maneira porque não tem confiança nas pessoas nem nas instituições. Faz tudo de uma forma centralizada, sozinha. Acho que vai acabar o mandato angustiada e só. A ver as medidas a não resultar. Tem uma visão demasiado desconfiada e centralizadora que faz com que transforme boas ideias em más políticas e más políticas em péssimas concretizações.”

publicado por Paulo às 08:13
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Segunda-feira, 2 de Julho de 2007

Negociar, aprovar, publicar

A senhora Ministra da Educação deu uma entrevista ao JN de ontem.

 Confesso o meu alívio depois de ler entrevista. Andava preocupado com a forma como os professores serão avaliados, até porque sempre discordei dos princípios expressos no ECD.

Há na entrevista uma resposta da senhora Ministra da Educação que fez desaparecer as minhas preocupações.

Perante a pergunta,

Quando serão avaliados os professores?

            veio a resposta que me tranquilizou.

A partir do próximo ano lectivo. Estamos a finalizar esse trabalho, vai ocorrer um período de negociação, depois a aprovação e publicação.

Perante o enunciado destes princípios de acção sei que posso ficar tranquilo. Não haverá imposição unilateral. Haverá negociação.

Que bom!

publicado por Paulo às 19:39
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Domingo, 17 de Junho de 2007

E agora...?

Após dois anos de loas à actuação da Ministra da Educação, deve considerar-se relevante o editorial que José Manuel Fernandes escreve  no jornal Público de hoje, criticando a titular da pasta da educação.

De reter a frase final: “Ora, no futuro, não será pela pose que a recordarão, mas pelo legado, e onde se viram sinais de esperança, acumulam-se hoje os de inquietação”.

Na minha opinião todos os sinais já lá estavam desde o início e a inquietação sempre prevaleceu sobre a esperança.

Também começa a ser claro que após ter perdido os professores, a Ministra da Educação agora também perde aqueles que a apoiaram contra os professores.

O que é que fica?

Carlos Drummond de Andrade, um dos maiores poetas da língua portuguesa, escreveu um poema que me parece adequado como resposta à questão anterior.

Pode ser lido  aqui.

publicado por Paulo às 16:29
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Sábado, 16 de Junho de 2007

(Ainda) a repetição dos exames

Tirando a equipa do Ministério da Educação, apenas alguns deputados "bem-mandados", do PS,  defenderam a decisão que o ano passado foi tomada em relação à possibilidade de repetição dos exames nas disciplinas de Física e de Química do 12º ano.

Sobre isso já escrevi aqui, aqui, aqui,aqui, e aqui.

Houve esta semana uma primeira decisão do Tribunal Constitucional sobre o  assunto.

A decisão do tribunal não atinge apenas a Ministra da Educação, mas também a Presidência da República. O governo propôs uma medida totalmente incompreensível, que muitos disseram ser ilegal, que agora foi tida por inconstiticional, e que teve a promulgação da Presidência da Republica.

Os políticos não podem fazer o que querem. Há leis, e os tribunais servem para vigiar o seu cumprimento.

Afinal não somos o tal "país de bananas".

publicado por Paulo às 18:26
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Sábado, 9 de Junho de 2007

Onde é que eu já vi este filme?

No publico-online é possível ler-se:

A ministra da Educação disse hoje que a transferência de 36 mil funcionários não docentes das escolas básicas para as autarquias é uma questão que está em discussão e completamente em aberto”.

Mais à frente lê-se:

Segundo Maria de Lurdes Rodrigues, as verbas que serão transferidas para as autarquias para suportar os encargos com o pessoal não docente já estão definidas”, sendo ainda acrescentado, citando a ministra:

"É o encargo actual que o ministério tem que será integralmente transferido para as autarquias".

Afinal está em aberto ou já está definido?

Onde é que eu já vi este filme das negociações?

Já era tempo de mudar de argumento e de actores principais, isto porque os secundários têm variado.
publicado por Paulo às 21:33
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Quinta-feira, 15 de Fevereiro de 2007

Mais do mesmo

Eis os argumentos da senhora Ministra da Educação para acabar com as provas globais

1 – Perturbam o funcionamento regular das escolas

2 – Não têm qualquer influência na progressão e retenção dos alunos

3 – Não têm a qualidade necessária, porque  são feitas pelos professores da cada escola.

 

Mais uma vez temos um atestado de “competência” atribuído aos professores, no argumento 3. Mais uma vez a senhora ministra da educação não consegue argumentar em defesa das medidas que toma sem apoucar os professores.

A senhora Ministra deveria ter em atenção a sabedoria popular. “Diz o povo” que não se deve bater sempre na criança porque ela fica “malhadiça”. A partir de determinada altura já não adianta bater pois não faz qualquer efeito.

publicado por Paulo às 18:20
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Sábado, 27 de Janeiro de 2007

Suspensão da TLEBS

A decisão do Ministério da Educação, noticiada hoje no Público após as “trapalhadas informativas” dos últimos dias, de suspender as TLEBS no final do ano lectivo é lamentável. Não sei com que critérios se tomam estas decisões. Gostava  de saber se entre as pessoas que decidiram existe alguma com filhos a servirem de cobaias a estes ensaios. Não acredito.

 Estes alunos vão ser massacrados este ano com uma terminologia que irão ter que esquecer a partir de Junho.

Imagine-se um médico que receita uma caixa de 100 comprimidos. Após o doente tomar 10 ou 12, verifica que o medicamento está a prejudicar o doente e não o está a curar, mas decide, mesmo sabendo que a situação se agravará em consequência do seu erro, manter a tomada dos comprimidos até ao centésimo.

Um médico destes teria grandes possibilidades de ser expulso da ordem respectiva e de sofrer uma condenação em tribunal.

O Ministério da Educação decidiu fazer exactamente como este médico.

A quem tomou a decisão nada acontecerá.

publicado por Paulo às 16:00
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