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Sexta-feira, 13 de Julho de 2007

Máquinas de calcular e exames.

Foi realizado ontem o 4º exame de Física e Química A no conjunto dos dois anos em que este exame tem existência.

No material que o aluno pode e deve levar consta a máquina de calcular gráfica.

Após estes 4 exames verifico que a única vantagem desta máquina em relação às máquinas científicas normais  é esta poder servir para cábula. Um aluno " bem aconselhado" conseguirá introduzir na máquina elementos "muito interessantes" do ponto de vista da resolução da prova.

Não esquecer que, por determinação superior, o aluno "pode usar todas as potencialidades da máquina".

publicado por Paulo às 11:22
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Sábado, 7 de Julho de 2007

Resultados dos exames

Os comentários lidos, vistos e ouvidos na comunicação social nos últimos dias, relacionados com os exames de Física e Química A, Física e Química merecem-me algumas notas.

a) Continua a ser notória confusão de muitos comentadores que misturam estes três exames, não sabendo ao que se estão a referir.

b) Gostaria de conhecer o tão glorificado plano para a matemática responsável por esta subida da média na disciplina

É conhecido um plano para o ensino básico, mas que obviamente não tem relação com estes resultados

No secundário além dos testes nacionais intermédios, não conheço nenhum plano estruturado.

c) O aumento da carga horária de Física e Química A, segundo palavras dos responsáveis ministeriais, vai permitir melhorar a componente experimental e aguarda-se que isso tenha consequências no aproveitamento. A verdade é que no exame não existe qualquer questão que aborde a componente experimental, logo, mantendo-se esta estrutura de exames, não é uma melhor efectivação desta componente nas aulas que conduzirá a melhores resultados.

d) Há por parte dos comentadores generalistas, e de alguns especialistas, como a Sociedade Portuguesa de Física, espanto pelos maus resultados nos exames de Física. Não vejo onde está o espanto. Este exame foi feito apenas por alunos repetentes, alguns deles que já andam há alguns anos para acabar o ensino secundário. Os alunos que se matricularam pela primeira vez no 12 º ano não fizeram exame. Nos próximos anos apenas os alunos que já reprovaram no exame este ano, voltarão a realizar a prova, não sendo de estranhar que os resultados continuem maus ou piorem.

e) Em Química, embora o exame também fosse apenas para alunos repetentes, tal como na Física, dado esta disciplina, para os alunos que completaram o 12º ano até ao ano lectivo anterior, servir para acesso a medicina, houve muitos candidatos à melhoria de classificação, alguns já a frequentarem o 1º ano da universidade, pelo que a média foi mais alta.

publicado por Paulo às 19:50
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Sexta-feira, 6 de Julho de 2007

A importância do papel de embrulho

Nos exames de Física e Química A  e de Química do ano passado houve questões que levantaram dúvidas quanto à sua correcção do ponto de vista científico, havendo pareceres contraditórios sobre o assunto.

No exame deste ano de Física e Química A, 1ª fase, além de uma questão que não permitia a resposta, existiam outras questões com redacção questionável, que poderiam induzir o aluno a não escrever a resposta pretendida, ou até mesmo, segundo algumas opiniões, uma outra questão com formulação incorrecta.

São polémicas a mais para tão poucos exames.

Em todas estas questões que suscitaram dúvidas, houve a preocupação por parte dos elaboradores das provas, de situar as perguntas num contexto de uma “ situação real”.

Pergunto-me se não será este furor de contextualização que estará a ajudar à ocorrência destas questões com enunciado controverso, ou até mesmo com erros.

Com a preocupação de tão bem fazer o embrulho, acaba por ser negligenciado o conteúdo do pacote, esquecendo pormenores científicos importantes.

publicado por Paulo às 12:40
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Quinta-feira, 5 de Julho de 2007

Mais um caso nos tribunais.

O erro ou, na forma oficial, a incorrecção que inviabiliza a concretização de uma resposta correcta, do exame de Física e Química A ainda vai fazer correr muita tinta.

Qualquer forma de diminuir os efeitos acarreta prejuízos para alguns alunos.

Li que foi entregue uma providência cautelar para impedir a afixação das classificações. Segundo os autores deste documento a atribuição do factor de correcção prejudica os alunos com classificação mais baixa.

É verdade. Um aluno com 8,7 valores poderia acertar a questão anulada, passando a ter 9,5 valores que lhe permitiriam concorrer à universidade com esta classificação. Com 8,7 está impedido de o fazer, pois correcção coloca-o apenas com 9,1 valores.

Apenas os alunos que têm mais de  18 valores conseguem a atribuição dos 8 pontos da questão.

Estes encarregados de educação fazem a proposta de atribuir 8 pontos a todos os alunos. Deste modo não haveria ninguém prejudicado. Mas não iríamos ter reclamações dos alunos que só fazem a 2ª chamada a protestar o benefício em 0,8 valores dos que fizeram o primeiro exame? Não haveria também recurso aos tribunais com este argumento?

A partir do momento em que ocorreu o erro não há nenhuma decisão que seja inócua do ponto de vista de benefício/prejuízo dos alunos.

Acho que qualquer que seja a decisão haverá quem beneficie e quem fique prejudicado. Haverá vozes a criticar, qualquer que seja a decisão tomada.  

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publicado por Paulo às 19:42
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Quinta-feira, 21 de Junho de 2007

Fome de exames

Aguarda-se que até ao fim da manhã surja uma adenda ao regulamento de exames do Ensino Secundário com o objectivo de permitir o alargamento do leque das pessoas que podem entrar nas salas onde decorre a prova.

Espera-se que seja dada permissão aos distribuidores de pizzas. A causa reside no facto do exame de matemática terminar às catorze horas, podendo em algumas situações prolongar-se até às catorze horas e trinta minutos.

Só mais uma pequena nota. Por uma questão de decência e respeito pelos alunos, espero que no enunciado da prova não exista qualquer exercício com referências a comida.

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publicado por Paulo às 08:25
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Terça-feira, 19 de Junho de 2007

Todos os exames são iguais, mas...uns são mais iguais que outros

Desde que foram introduzidas nos exames as designadas ”questões de escolha múltipla”, passou a haver duas versões para a mesma prova.

Nas disciplinas de Física e Química, Biologia e Matemática é isso que sucede.

É incompreensível que no exame de Português, onde há 60 pontos para classificar este tipo de questões, um valor idêntico ao que ocorre nas disciplinas atrás referidas, exista apenas uma versão da prova.

Em Português os alunos não têm “tentação de olhar para o exame do lado”?

Em Português é irrelevante que os alunos possam “olhar para o exame do lado”?

Apenas consigo encontrar estas duas questões como tentativa de explicar a situação. Uma terceira que passa pela possibilidade de não haver qualquer coordenação na elaboração dos exames, ou uma quarta, que passa pela incoerência por parte de quem decide, nem sequer são admissíveis.
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publicado por Paulo às 15:00
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Sábado, 16 de Junho de 2007

(Ainda) a repetição dos exames

Tirando a equipa do Ministério da Educação, apenas alguns deputados "bem-mandados", do PS,  defenderam a decisão que o ano passado foi tomada em relação à possibilidade de repetição dos exames nas disciplinas de Física e de Química do 12º ano.

Sobre isso já escrevi aqui, aqui, aqui,aqui, e aqui.

Houve esta semana uma primeira decisão do Tribunal Constitucional sobre o  assunto.

A decisão do tribunal não atinge apenas a Ministra da Educação, mas também a Presidência da República. O governo propôs uma medida totalmente incompreensível, que muitos disseram ser ilegal, que agora foi tida por inconstiticional, e que teve a promulgação da Presidência da Republica.

Os políticos não podem fazer o que querem. Há leis, e os tribunais servem para vigiar o seu cumprimento.

Afinal não somos o tal "país de bananas".

publicado por Paulo às 18:26
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Quarta-feira, 16 de Maio de 2007

Exames a nível de escola

Numa das últimas reuniões da minha área disciplinar procedeu-se à nomeação dos júris para os exames. Perante o desfilar de júris, peguei na folha onde ia sendo feita a lista e contei 15 (quinze).

Foram constituídos 15 (QUINZE) júris para a realização e correcção de provas a nível de escola.

Há exames de equivalência à frequência, provas de equivalência à frequência, exames equivalentes a exames nacionais, e não sei se mais alguma designação para indicar algo que se chama simplesmente EXAME.

Há exames que não necessitam de matriz, (os equivalentes a nacionais), mas os outros já necessitam.

Para cada exame são elaboradas duas provas, excepto no caso em que não há qualquer aluno inscrito na 1ª fase, em que apenas é elaborada uma.

Há exames em que se sabe não ir aparecer qualquer aluno (Técnicas Laboratoriais), mas em que tem que se fazer matriz e uma prova por cada disciplina (total de 6 matrizes e 6 provas).

Não sei o que se passa noutros países, com outros modelos de avaliação, mas este que usamos parece-me óbvio que não tem qualquer racionalidade.

Outros aspecto curioso reside na forma como são aprovadas as matrizes.

Por que terão as matrizes que ser aprovadas em Conselho Pedagógico?

As largas dezenas de matrizes são aprovadas sem análise. Trata-se de um monte de papel que é apresentado aos membros do Conselho, depois de normalmente já alguém no Conselho Executivo verificar pormenores formais, e é feita a aprovação. Se as matrizes não “subissem” ao Conselho pedagógico, seriam exactamente as mesmas.

A aprovação no Conselho Pedagógico traz alguma garantia de qualidade ou de regularidade? Não me parece.

A aprovação das matrizes deveria passar apenas pelo departamento, ou pela responsabilização directa dos seus autores.

A manter-se a aprovação em Conselho Pedagógico, as matrizes deveriam ser entregues várias semanas antes da aprovação para que uma secção deste órgão as analisasse, sugerisse alterações e esclarecimentos aos autores se tal fosse necessário, e apresentasse um relatório ao plenário. Só assim faria sentido a passagem das matrizes no Conselho Pedagógico. Na forma como decorre actualmente é um “faz de conta”.

publicado por Paulo às 09:09
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Quinta-feira, 10 de Maio de 2007

Os resultados dos exames nacionais

Foi noticia esta semana o relatório do Júri Nacional de Exames em que são referidos os  maus resultados dos exames do 9º ano no anterior ano lectivo.

Aço muito curiosa a conclusão do relatório sobre as classificações em língua Portuguesa .

"Tal situação pode estar associada a determinada confiança no processo de ensino e de aprendizagem da Língua Portuguesa, ao longo do ano lectivo de 2005/2006, confiança essa decorrente dos resultados obtidos em 2005"

Esta conclusão é ridícula, para ser benevolente na linguagem.

Até 2005 os alunos foram bem preparados, incluindo os que fizeram exame no ano passado. Confiantes que estavam a ser óptimos professores, os docentes, no último ano lectivo, não exigiram, não foram profissionais e os alunos que até tiveram dois anos de excelente preparação, no sétimo ano e no oitavo ano, caíram na mediocridade no seu último ano de ensino básico.

Como é possível, sem qualquer análise séria tirar esta conclusão?

Estes resultados deveriam mostrar que os resultados dos exames dependem de inúmeros factores, alunos, provas, critérios de correcção, correctores, etc, e que mostra que ordenar escolas e avaliar professores com base nos resultados de exames é das maiores injustiças que pode ser feita a quem trabalha no ensino.

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publicado por Paulo às 15:41
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Sexta-feira, 9 de Fevereiro de 2007

Calendário de exames

O calendário  referente a este ano lectivo para os exames do Ensino Secundário não é mau. É péssimo! Sei que existem condicionantes na sua elaboração, mas havia alternativas em relação ao calendário.

É visível que não existe sensibilidade para o drama e pressão que representam os exames para os alunos. É um calendário feito por alguém desligado da realidade escolar e da relação quotidiana com os alunos.

Não é admissível que o exame de Matemática seja no dia seguinte ao de Português. Um grande número de alunos, talvez a maioria, irá realizar estes dois exames.

Como se explica esta calendarização?

Não tem explicação.

No dia seguinte será o exame do Biologia e Geologia. Os alunos que iniciaram a disciplina no 11º ano terão os seus três exames em três dias consecutivos: segunda-feira, Português, terça-feira, Matemática, quarta-feira, Biologia e Geologia.

Este calendário foi pensado?

Não parece. Se foi, ainda é mais grave.

Além de mais, considerando os problemas ocorridos no ano lectivo anterior, muitos alunos do 12º ano estão a preparar-se para  repetir o exame de Biologia e Geologia, ou o de Física e Química, embora me parca que a maior parte está a optar pelo primeiro.

Não deveria esta realidade ter sido considerada? O problema é o desconhecimento da realidade.

Este calendário promove a outra aberração do sistema. Que é os alunos realizarem alguns dos exames na 2ª fase, pensada apenas para casos especiais, mas que serve de alternativa à 1ª. Veremos milhares de alunos a inscreverem-se em  exames, para os quais já sabem que faltarão, obrigando à impressão de milhares de folhas de provas destinadas ao lixo, e à requisição de centenas de professores para vigiarem salas com um ou dois alunos, ocupando todo o espaço escolar e inviabilizando a continuação, por mais uma semana, das aulas do 10º ano.

 Chama-se a isto poupança e racionalização de recursos.

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publicado por Paulo às 08:44
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.Abril 2008

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