.links

.posts recentes

. A escola e as novas lenda...

.arquivos

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

.tags

. (des)informação

. 1º ciclo

. aulas de substituição

. autarquias

. avaliação

. avaliação dos professores

. boatos

. carreira docente

. conselho das escolas

. conselho pedagógico

. dizer bem

. educação para a saúde

. educação sexual

. eduquês

. encarregado de educação

. ensino básico

. ensino secundário

. escola

. escolaridade obrigatória

. exames

. faltas dos professores

. gestão escolar

. horários

. indisciplina

. informática

. josé sócrates

. josé socrates

. manuais escolares

. ministério da educação

. ministra da educação

. política

. políticos

. professores

. programas

. prolongamento do horário

. provas de aferição

. rede escolar

. reuniões intercalares

. sindicatos

. sócrates

. tlebs

. violência nas escolas

. todas as tags

.número de visitas (desde 25/03/06)

Free Website Counter
Free Website Counter
Quarta-feira, 11 de Julho de 2007

A escola e as novas lendas urbanas

Hoje em dia circulam pela Internet muitas mensagens alarmistas sobre o produto A ou o produto B e os seus malefícios para a saúde. Sem qualquer fundamento científico e usando uma linguagem vaga e imprecisa, uma das designações pelas quais são conhecidas é a de “novas lendas urbanas”.

Se a internet facilita a sua divulgação, também facilita a demonstração da sua falsidade, bastando para isso uma pequena busca. Existem sites especializados em desmontar estas mensagens.

Uma das mensagens que recebi hoje referia-se ao perigo do uso dos plásticos nos aparelhos de microondas. Para tentar convencer os leitores vem indicado o nome de uma pessoa  e uma universidade no final, como origem da notícia.

Claro que basta fazer uma pequena verificação para se constatar que o nome não existe no local mencionado. Também encontrei imensos blogs e sites onde o texto se encontra irresponsavelmente publicado.

Este post vem a propósito de um local onde NÃO PODIA estar publicado: um jornal escolar de uma escola básica, numa edição de Dezembro de 2005.

Embora o jornal seja feito por alunos, os responsáveis são professores, e estes não podiam deixar passar este texto como informação válida que foi lida por essa comunidade escolar.

A informação é falsa e competia aos responsáveis pelo jornal, sabendo a sua origem, verificar essa falsidade, o que seria muito fácil. Aliás bastaria conhecer a forma da sua divulgação para ser feita uma confirmação obrigatória.

Algo vai muito mal quando a escola não é capaz de filtrar estes boatos.

tags: ,
publicado por Paulo às 16:22
link do post | favorito
|

.Abril 2008

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30