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Quinta-feira, 9 de Março de 2006

Jorge Sampaio e a educação

Terminou hoje o mandato do anterior Presidente da República, Jorge Sampaio, e não posso deixar de referir dois aspectos das suas intervenções na educação que deixaram marcas.
O primeiro caso deixa em mim sensações contraditórias. Refiro-me ao caso das duas gémeas que deixaram de estudar, que ele levou de novo à escola e que agora já se encontram na universidade.
Se por um lado fico satisfeito pelas duas, por terem conseguido atingir os objectivos, e pelo facto de o Presidente da República ter conseguido resolver um caso concreto, por outro, não deixo de pensar que ali está “ o pior de Portugal”: a “palavrinha” de alguém importante, de alguém que tem poder. A resolução de um caso particular. Será que a escola, a autarquia, etc, já não conheciam o caso? Que para fizeram para o resolver antes?
Sem dúvida que pelo país existem milhares de casos similares, mas que não tiveram a sorte de ter o “empurrão” do Presidente da República.
Sempre que me lembro deste caso, não consigo deixar de recordar o poema “Anti-Anne Frank” de António Gedeão.

A outra intervenção de Jorge Sampaio na educação foi muito mais negativa. Ocorreu quando, no regresso de uma viagem à Finlândia, se referiu ao horário dos professores naquele país. Atribuiu aos professores finlandeses uma quantidade de horas de permanência na escola, não me recordo o número exacto, que rondava as 50 horas e não correspondia à realidade. Fez essa comparação para atestar do pouco trabalho desenvolvido na escola pelos professores portugueses.
Apesar das notícias subsequentes, escondidas em fins de página de jornal, mostrarem que a realidade finlandesa não era essa, nunca mais se ouviu uma palavra ao Presidente da República sobre esse assunto.
É lamentável que Jorge Sampaio nunca tenha reconhecido o seu erro, repondo a verdade.
publicado por Paulo às 15:06
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