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Segunda-feira, 29 de Maio de 2006

Estatuto da carreira docente (2)

Como é possível um estatuto que prevê a estagnação na carreira de uma percentagem significativa dos professores após 12 anos de serviço?

Essa é a proposta do Ministério da Educação. Como o acesso ao 2ª patamar da carreira está condicionado à abertura de vagas, à partida, mesmo perante uma classe profissional de excelentes professores, apenas uma pequena percentagem poderia progredir. Que incentivo se dá a um professor que nos últimos 28 anos de carreira não progredirá?

Será que um professor não pode ser um excelente profissional, obter excelentes resultados com os alunos, mas por questão de personalidade não gostar de ter cargos de poder e avaliar outros professores, situação a que se vê obrigado se for Professor Titular? Não se pode ser apenas um bom professor na sua relação com os alunos? Como prémio recebe 28 anos de estagnação na carreira profissional.

O professor, se não lhe for permitido ou não quiser ser professor titular, fica sujeito, para melhorar o seu vencimento, a conseguir o Prémio de Desempenho. Bastar-lhe-á ter 4 anos consecutivos a classificação de Muito Bom. Só que se não der 97% das aulas não obtém essa classificação e terá que reiniciar a série de classificações. O professor está proibido de ter gripe no Inverno. Ele que trabalha num ambiente propício ao contágio, se adoecer com uma gripe e faltar alguns dias, perde a possibilidade de obter o prémio.

Eis alguns exemplos de factores desmotivantes para os docentes e que o novo estatuto prevê.

É assim que se motivam os professores e se promove a qualidade?

publicado por Paulo às 23:45
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