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Domingo, 14 de Maio de 2006

Violência nas escolas

Numa reportagem ouvida na TSF sobre a violência na escola, ouvi duas opiniões que me deixaram alguma preocupação.

Numa delas alguém, penso que uma professora, referia que não acreditava que um aluno pudesse agredir um professor se este tivesse sido justo.

É aterrorizador haver quem pense desta forma dentro de uma escola. Voltamos ao mito do “bom selvagem” que eu pensava que já ter sido ultrapassado.

Este raciocínio aplicado à criminalidade geral traria conclusões muito interessantes.

Outra opinião referia que muita da culpa caberia aos professores, pois por vezes na mesma turma, perante um professor que se queixava dos alunos havia outro que não apresentava qualquer problema de relacionamento com a turma. Embora não duvide que em algumas situações os professores poderão ter alguma culpa na existência da indisciplina, o argumento apresentado pela entrevistada é completamente inválido. Já vi muitos professores que realmente não costumam referir ter problemas com os alunos, que nunca têm problemas de indisciplina, mas…, dentro das salas em que “tentam dar” as aulas “vale tudo menos arrancar olhos”. No entanto esses professores não vêm nada de anormal no comportamento dos alunos. Pelos vistos, para quem exprimiu a opinião, quem não se queixa está bem, os que se queixam são culpados.

Infelizmente para as pessoas que emitem estas opiniões a principal culpa é a do agredido. Com mais ou menos veemência tendem a defender o aluno, (agressor), e a acusar o professor, (agredido). As senhoras que exprimiram estas opiniões fizeram-me lembrar aqueles que acusam as mulheres violadas de provocarem os violadores. Que parte, ou até a totalidade, da culpa é delas. O raciocínio que fazem é o mesmo, apenas o contexto é diferente.

sinto-me: Irritado
publicado por Paulo às 20:24
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