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Segunda-feira, 1 de Maio de 2006

Alimentação nas escolas

É de louvar a intenção do Ministério da Educação em melhorar a qualidade da alimentação nas escolas. Esta situação coloca-se em dois planos

1º As cantinas

Nestas já não há muito a fazer. Uma grande parte está concessionada a particulares e o tipo/qualidade de alimentação servida já está previsto nos contratos. Nos casos em que ainda é a própria escola que gere a cantina, a qualidade poderá ser sempre melhorada, embora, pelos casos que conheço, esta já seja razoável

2º Os bares/ máquinas automáticas.

Esta é a situação mais complexa. Os bares são bem fornecidos de bolos, refrigerantes, etc. Sem dúvida que se pode proibir as vendas desses produtos, mas há sempre um café junto da escola que vende esses produtos e onde os alunos se abastecem. Aliás, mesmo relativamente à refeição do almoço, que deveria tomada nas cantinas, existe uma grande fuga de alunos para os “fast-food” dos arredores das escolas. Eu vejo diariamente, os alunos a gastarem mais dinheiro do que gastariam na cantina, e a comerem pior.

Pode-se, é claro, proibir a saída dos alunos da escola durante o período de aulas, para os obrigar a comer dentro da escola.  

Mas será essa a solução?

A sensibilização para uma boa alimentação é feita há muitos anos no sistema educativo, desde que os alunos entram na pré-escola e depois no 1º ciclo. Os resultados estão à vista.

Estamos perante o tipo de situação em que a motivação terá que partir dos pais. De nada vale que os alunos, desde a mais tenra idade, estejam sensibilizados para uma alimentação saudável, se depois diariamente fazem o oposto com os pais, e vêm o bar da sua escola a vender essencialmente os produtos que os ensinam que não devem ser comidos. As crianças/jovens comem o que lhes colocam à frente e o que está mais disponível. Depois vem a habituação.

Sem dúvida que estamos perante um problema de saúde pública e as medidas terão que possuir algum grau de imposição para terem algum efeito.

Ninguém pense, no entanto, que o problema ficará resolvido. È necessário continuar a apostar na educação alimentar.

publicado por Paulo às 08:52
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