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Domingo, 17 de Fevereiro de 2008

Uma acção de formação

A reunião que o secretário-geral do PS realizou no sábado com “professores socialistas”, teve, lendo os relatos que surgem hoje na imprensa, a função de doutrinar os comissários políticos.

Do que se sabe da reunião, fica a ideia que houve preocupação com as eleições do próximo ano e não com a qualidade das reformas a serem feitas. O secretário-geral do PS foi apresentar argumentos, não foi pedir sugestões de melhoramento da lei.

Repetindo uma frase que ouvi: " foram a uma acção de formação".

Na avaliação já se verificou que não há intenção de alterar o que de injusto tem a sua aplicação. Talvez quando dentro de 2 ou 3 anos começarem a manifestar-se alguns dos aspectos perversos da actual regulamentação, um outro qualquer ministro tenha que fazer as alterações. Entretanto, algumas situações agravar-se-ão e injustiças serão cometidas.

No que diz respeito ao diploma da gestão, acredito que ainda haja algumas mudanças ligeiras em relação ao projecto apresentado, depois da reunião que irá ocorrer entre a equipa ministerial e o Conselho das Escolas, que parece ser, neste momento, o único interlocutor que o Ministério da Educação escuta
publicado por Paulo às 21:36
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1 comentário:
De afronauta a 18 de Fevereiro de 2008 às 09:56
Acção de formação ou de formatação? Não sabia que havia uma associação de professores socialistas e que a política devia interferir no trabalho ao ponto de condicionar as decisões que deveriam ser tomadas apenas tendo a melhoria da profissão como objectivo independentemente da simpatia ou cor política. Um ministério que é surdo a interlocutores e outras sensibilidades, quase autista não encaixa nessa necessidade de esclarecimento e preocupação com a opinião de quem tem de cumprir as leis. Então os "professorzecos" socialistas não se ofenderam com a designação e comparecem em bloco? Também aí há disciplina partidária e de voto? Para além disso outro acho estranho que seja o secretário geral do partido a iluminar as cabecinhas pensadoras dos seus filiados docentes; se as questões fossem de ordem técnica não deveria ter sido alguém do ministério?...
Estamos cada vez mais parecidos com a antiga União soviética! Em Portugal, aquilo que Álvaro Cunhal não conseguiu em décadas estão outros a tentar implantar em meia dúzia de anos!

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