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Quarta-feira, 12 de Dezembro de 2007

A exigência segundo Sócrates

O senhor primeiro-ministro agitou ontem na Assembleia da República números e mais números para demonstrar que está a fazer tudo bem na educação.

As estatísticas apenas convencem quem “ está de fora” e não conhece o que se passa no terreno, mas, se apenas as estatísticas fossem válidas, por que deveríamos criticar os ditadores que se reelegem com 98% de votos?

Porque sabemos que há algo mais para lá dos números que nos apresentam à frente.

José Sócrates não vê o que está mais além. Não sei se não quer ou se não consegue. Fico com a dúvida pois ele não me consegue esclarecer.

O seu entusiasmo com as Novas Oportunidades é confrangedor.

Ele acha mesmo que existe exigência?

Acredita mesmo que vai resolver o problema da qualificação desta forma estatística, com o aumento de diplomados com o 12º ano?

E os conhecimentos? Qual é valor acrescentado?

No momento em que saíram mais resultados do PISA que nos continuam a colocar no fim da lista, e em que os analistas se esquecem do factor “atitude dos alunos e dos encarregados de educação face à escola”, desafiava o senhor primeiro-ministro a fazer um teste do mesmo tipo, com as adequações necessárias, a quem obtém o diploma através das Novas Oportunidades, a jóia da coroa deste governo no sector da educação. Veríamos então se ele não ficaria engasgado sempre que pronunciasse a palavra exigência. Talvez então percebesse a diferença entre validar competências  e adquirir competências.

O que se passa neste momento com as Novas Oportunidades não tem nada de diferente em relação ao que ocorreu a seguir a 1986 com os cursos de formação profissional. Milhares de cursos inúteis, com milhares de formandos que corriam os diferentes cursos, especializando-se em inúmeras áreas que não lhes serviram para nada.

Os formadores ganharam muito dinheiro, as instituições que promoveram os cursos também ganharam, e os formandos que iam correndo o país foram vivendo dos subsídios que recebiam.

O que ficou dessa avalanche formadora?

O que vai ficar desta avalanche certificadora?

publicado por Paulo às 10:13
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1 comentário:
De afronauta a 12 de Dezembro de 2007 às 17:06
Portugal vai voltar a bater recordes. Já é o primeiro exportador de cortiça em bruto e agora será o primeiro produtor de cabeças de cortiça! É que as cabecinhas de quem recebe diplomas sem esforço funcionam como as rolhas: Apenas servem para enfeitar e impedir que a ignorância salte cá para fora e manche a imaculada toalha das estatísticas!
Se fosse meritória a atribuição de diplomas, o emprego estaria para diminuir, mas foi o próprio governo que afirmou que no próximo ano irá aumentar!...

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