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Domingo, 28 de Outubro de 2007

A mensagem e o mensageiro

O Conselho das Escola fez sair o seu primeiro comunicado, ou o primeiro que eu tive conhecimento. Dentro das expectativas, temos um texto totalmente em concordância com a opinião oficial do Ministério da Educação.

Muita gente estará a aplaudir, mas eu não, apesar de ser contra a publicação dos rankings.

O Ministério fornece a lista de todas as classificações com a indicação da escola.

Para que serve esta lista?

Apenas vejo uma utilidade. A elaboração os rankings que os órgãos de comunicação social fazem. Podem fazer mais alguma análise com a listagem que lhes é fornecida? Não!

Se a mercadoria só serve para isto, por que vem o fornecedor queixar-se da utilização que é feita do produto que ele fornece?

Se além das escolas fosse fornecido o nome dos examinandos, não faltaria quem fizesse um estudo a comparar as notas dos alunos de apelido Silva com os de apelido Sousa, ou qual o primeiro nome com média mais alta. Se lá colocassem a data de nascimento, teríamos os astrólogos a demonstrar a influência do signo de nascimento nas classificações.

Chega de hipocrisia! Os rankings existem por que o Ministério da Educação fornece a informação que apenas pode servir para que eles sejam elaborados.

O Conselho das Escolas, em vez de tentar atacar o mensageiro, deveria preocupar-se com o autor da mensagem.

publicado por Paulo às 09:11
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1 comentário:
De maria a 28 de Outubro de 2007 às 16:39
a questão é que, se o ME não disponibiliza a informação, aqui d'el rei!!...
os resultados são publicados e, o que deles se faz, responsabiliza quem deles se serve

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