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Sábado, 20 de Outubro de 2007

Lamento e revolta

Leio que a DREC dispensou da actividade lectiva uma professora do 1º ciclo de uma escola do concelho de Ovar a quem foram diagnosticados 3 cancros, um dos quais na língua, que lhe dificulta o acto de falar.

Leio ainda que a Caixa Geral de Aposentações recusou a aposentação a esta professora.

Tudo isto é lamentável e revoltante.

Foi necessário o “clamor público”, ao qual se associaram os encarregados de educação, para a DREC tomar esta decisão.

Não tinham já conhecimento da situação na Direcção Regional? Ou um grupo de “burocratas zelosos” vedou os caminhos da informação até à DREC, sendo necessário “ furar o bloqueio” lendo os jornais e vendo televisão?

Para que alguém veja os seus direitos reconhecidos tem que vir para a rua gritar?

 

Outro aspecto relaciona-se com a  decisão da junta médica.

Será que algum dos elementos da junta médica se considerava capaz de, na situação da professora, estar cinco horas podia, cinco dias por semana, a falar perante um grupo de mais de 20 crianças? Algum dos elementos da junta médica seria capaz de o fazer?

Há ainda a posição do Estado.

Como pode um Estado que dá reformas milionárias a indivíduos saudáveis que trabalharam meia dúzia de anos a gerir empresas públicas, que dá reformas a políticos com uma dúzia de anos de serviço, reformas essas atribuídas a pessoas saudáveis e com uma esperança de vida longa, negar a aposentação a quem trabalhou e descontou para a segurança social 30 anos, e por vezes mais, e a quem infelizmente, a doença não perspectiva uma esperança de vida muito longa?

Como pode o Estado negar a dignidade a estas pessoas?

Estarão os decisores políticos à espera que um professor morra numa sala de aula, à frente os seus alunos, para que a situação seja alterada?

Será preciso chegar a esse extremo?

 

publicado por Paulo às 10:26
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