.links

.posts recentes

. A derrota

. Março de 2007. Lembram-se...

. O Estado a que chegámos

. O próximo passo

. Não será um caso de imped...

. O futuro está aí.

. Será que já batemos no fu...

. Uma acção de formação

. Três notas soltas

. Terminar a tarefa

.arquivos

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

.tags

. (des)informação

. 1º ciclo

. aulas de substituição

. autarquias

. avaliação

. avaliação dos professores

. boatos

. carreira docente

. conselho das escolas

. conselho pedagógico

. dizer bem

. educação para a saúde

. educação sexual

. eduquês

. encarregado de educação

. ensino básico

. ensino secundário

. escola

. escolaridade obrigatória

. exames

. faltas dos professores

. gestão escolar

. horários

. indisciplina

. informática

. josé sócrates

. josé socrates

. manuais escolares

. ministério da educação

. ministra da educação

. política

. políticos

. professores

. programas

. prolongamento do horário

. provas de aferição

. rede escolar

. reuniões intercalares

. sindicatos

. sócrates

. tlebs

. violência nas escolas

. todas as tags

.número de visitas (desde 25/03/06)

Free Website Counter
Free Website Counter
Quinta-feira, 5 de Julho de 2007

Mais um caso nos tribunais.

O erro ou, na forma oficial, a incorrecção que inviabiliza a concretização de uma resposta correcta, do exame de Física e Química A ainda vai fazer correr muita tinta.

Qualquer forma de diminuir os efeitos acarreta prejuízos para alguns alunos.

Li que foi entregue uma providência cautelar para impedir a afixação das classificações. Segundo os autores deste documento a atribuição do factor de correcção prejudica os alunos com classificação mais baixa.

É verdade. Um aluno com 8,7 valores poderia acertar a questão anulada, passando a ter 9,5 valores que lhe permitiriam concorrer à universidade com esta classificação. Com 8,7 está impedido de o fazer, pois correcção coloca-o apenas com 9,1 valores.

Apenas os alunos que têm mais de  18 valores conseguem a atribuição dos 8 pontos da questão.

Estes encarregados de educação fazem a proposta de atribuir 8 pontos a todos os alunos. Deste modo não haveria ninguém prejudicado. Mas não iríamos ter reclamações dos alunos que só fazem a 2ª chamada a protestar o benefício em 0,8 valores dos que fizeram o primeiro exame? Não haveria também recurso aos tribunais com este argumento?

A partir do momento em que ocorreu o erro não há nenhuma decisão que seja inócua do ponto de vista de benefício/prejuízo dos alunos.

Acho que qualquer que seja a decisão haverá quem beneficie e quem fique prejudicado. Haverá vozes a criticar, qualquer que seja a decisão tomada.  

tags: ,
publicado por Paulo às 19:42
link do post | favorito
|

.Abril 2008

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30