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Quarta-feira, 16 de Maio de 2007

Exames a nível de escola

Numa das últimas reuniões da minha área disciplinar procedeu-se à nomeação dos júris para os exames. Perante o desfilar de júris, peguei na folha onde ia sendo feita a lista e contei 15 (quinze).

Foram constituídos 15 (QUINZE) júris para a realização e correcção de provas a nível de escola.

Há exames de equivalência à frequência, provas de equivalência à frequência, exames equivalentes a exames nacionais, e não sei se mais alguma designação para indicar algo que se chama simplesmente EXAME.

Há exames que não necessitam de matriz, (os equivalentes a nacionais), mas os outros já necessitam.

Para cada exame são elaboradas duas provas, excepto no caso em que não há qualquer aluno inscrito na 1ª fase, em que apenas é elaborada uma.

Há exames em que se sabe não ir aparecer qualquer aluno (Técnicas Laboratoriais), mas em que tem que se fazer matriz e uma prova por cada disciplina (total de 6 matrizes e 6 provas).

Não sei o que se passa noutros países, com outros modelos de avaliação, mas este que usamos parece-me óbvio que não tem qualquer racionalidade.

Outros aspecto curioso reside na forma como são aprovadas as matrizes.

Por que terão as matrizes que ser aprovadas em Conselho Pedagógico?

As largas dezenas de matrizes são aprovadas sem análise. Trata-se de um monte de papel que é apresentado aos membros do Conselho, depois de normalmente já alguém no Conselho Executivo verificar pormenores formais, e é feita a aprovação. Se as matrizes não “subissem” ao Conselho pedagógico, seriam exactamente as mesmas.

A aprovação no Conselho Pedagógico traz alguma garantia de qualidade ou de regularidade? Não me parece.

A aprovação das matrizes deveria passar apenas pelo departamento, ou pela responsabilização directa dos seus autores.

A manter-se a aprovação em Conselho Pedagógico, as matrizes deveriam ser entregues várias semanas antes da aprovação para que uma secção deste órgão as analisasse, sugerisse alterações e esclarecimentos aos autores se tal fosse necessário, e apresentasse um relatório ao plenário. Só assim faria sentido a passagem das matrizes no Conselho Pedagógico. Na forma como decorre actualmente é um “faz de conta”.

publicado por Paulo às 09:09
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