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Quinta-feira, 10 de Maio de 2007

A qualidade dos programas e dos manuais

Está a decorrer a “Conferência Internacional sobre o Ensino do Português”.

Carlos Reis, reitor da Universidade Aberta, afirma: "Lendo alguns dos programas de Português tenho dificuldade em perceber o que se pretende ensinar".

Infelizmente não é um problema único da Língua Portuguesa.

Eu olho os programas de Física e Química A e em alguns dos temas também não percebo o que é que é necessário ensinar. Quando consulto os manuais e vejo os diferentes graus de aprofundamento das matérias, constato que o problema não é apenas meu.

Afirmou também ser necessário ensinar mais gramática e apostar na qualidade dos textos estudados.

Hoje leio  no jornal Público que “É fundamental saber ler televisão”, frase proferida pelo presidente da Associação dos Professores de Português.

Claro, além disso devem também saber ler a Caras, a Maria, a TV Guia.

É pena que o exame de Português não seja vídeo com um excerto de “ A bela e o Mestre”. Talvez assim os resultados fossem melhores.

Uma outra declaração de Carlos Reis merece atenção.

“…como se um poema de Eugénio de Andrade valesse o mesmo que um slogan publicitário e um texto ensaístico de António Sérgio pudesse ser equiparado a um episódio de telenovela”.

Esta é uma questão que deriva das ideologias que assentaram arrais no sistema educativo, que menosprezam a escola como fonte de saber, que consideram o saber adquirido fora da escola, mesmo que contrarie este, com a mesma validade.

O “pós-modenismo” ataca a ciência, onde encontra feroz oposição, mas consegue, como mostra a análise feita pelo professor Carlos Reis, penetrar de forma inequívoca no ensino das outras disciplinas, neste caso o ensino da língua portuguesa.

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publicado por Paulo às 15:45
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