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Terça-feira, 3 de Abril de 2007

Os números da violência escolar

Os dados desta notícia, não sendo oficiais, pois são provenientes de uma linha que atende de forma  anónima, são preocupantes, embora a realidade possa ter valores mais elevados. Não conheço o funcionamento da linha, mas não me espantaria que aqui recorressem mais, aquelas pessoas que acabam por não apresentar qualquer queixa oficial. Existem casos em que o agredido não  apresenta queixa, nem sequer aos órgãos de gestão da escola. Por que será? Óbvia falta de confiança nesses órgãos e na justiça em geral. E pr vezes,… vergonha. Se acrescentarmos à agressão física a violência verbal, os números serão muito mais altos. Neste momento, a muitos professores, aplica-se um velho “dito” lusitano, que diz que “menina séria não tem ouvidos”. Há casos de agressão verbal inaudita em que o docente simplesmente ouve e cala.

Como sempre a informação jornalística é dúbia e incompleta, deixando portas abertas a várias interpretações.

No início do texto há a informação que a linha SOS não tem parado de tocar com mais de uma queixa por dia, indicando 150 agressões. Mais à frente indica  128 telefonemas e o registo de 50 queixas por agressão. Em que ficamos?

Das agressões refere que 37,2 % dos agressores são os alunos e 21% são os encarregados de educação. Quem são os outros 40% dos agressores? Auxiliares de acção educativa?  Outros professores?

O assunto é demasiado sério e grave para ser tratado jornalisticamente de forma tão leviana.

publicado por Paulo às 10:48
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4 comentários:
De Júlia a 4 de Abril de 2007 às 17:42
Dos últimos tempos que estive na escola fiquei com a convicção de que a violência decorre da falta de autoridade das pessoas que assumem a direcção. Muitas vezes procuram contemporizar, não agem com a necessária urgência e determinação para cortar pela raiz situações de violência, quer sejam entre alunos ou envolvendo outros elementos da comunidade educativa.
No caso da violência contra os professores é intolerável (é sempre, mesmo envolvendo outros elementos) e, embora não tenha presenciado casos concretos, parece-me resultar exactamente de uma situação de cada vez maior isolamento dos professores, de não se sentirem apoiados quer pelos seus pares, quer pela direcção da escola, quer pela tutela (a legislação que conheci não facilitava um controlo efectivo da violência).
Perguntei-me muitas vezes e continuo fazê-lo: porque razão os serviços de psicologia das escolas não cumprem a sua função de apoiar os professores e os alunos na resolução de problemas como este?
E quando envolve encarregados de educação ou outros elementos estranhos à escola, devem ser denunciadas e as autoridades competentes (polícia, tribunais) têm de actuar com o máximo rigor.
De Paulo a 5 de Abril de 2007 às 10:11
Concordo consigo na globalidade. Apenas acho que por norma, mesmo os actos de violência física praticados por alunos também deverão ser denunciados às autoridades. A estrutura escolar deverá ter uma actuação mais acutilante na prevenção da violência, mas, depois de esta se verificar, os efeitos sobre a vítima acabam por ser os mesmos, independentemente de quem os pratica: alunos ou outros elementos.
De Júlia a 5 de Abril de 2007 às 16:13
Claro que o que deve acabar é a impunidade a que muita gente se habituou. No caso dos alunos, deveria ser desenvolvida uma cultura de responsabilidade que não existe.
Repare no que aconteceu com aqueles alunos que foram fazer a viagem de finalistas à Catalunha e que provocaram desacatos de toda a ordem. Isto é consequência da falta total de regras. É evidente que, neste caso, não é responsabilidade directa da escola, mas demonstra a falência da educação dos jovens, com principal responsabilidade para as famílias.
Boa Páscoa.
Cumprimentos
Júlia
De olhodeagua a 26 de Janeiro de 2008 às 20:08
Se ha´ situações que são reportadas ao Execcutivo e/ou e´pedida ajuda directa ao Serviço de Psicologia e Orientação, então o SPO deve procurar ajudar os professores e os alunos envolvidos, bem como os pais do aluno.
O ideal seria prevenirem-se as situações
de conflito.
Infelizmente a Inspecção de Educação ainda não admite tem psicologos, para melhorarem-se estas situações.

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