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Sábado, 17 de Fevereiro de 2007

Provas globais

O fim das provas globais no 9º ano, embora justificado de forma errática e mais uma vez apontando “espetando farpas” aos docentes, foi positivo, tal como já fora no ensino secundário. Tratava-se de um desperdício de recursos e meios que não tinha qualquer efeito benéfico para alunos e professores.

Se no seu início as provas globais tiveram algum efeito regulador no cumprimento dos programas, até esse efeito se foi perdendo com o tempo, com a avaliação em função das turmas que ficassem com menos programa leccionado.

A acrescentar a tudo isto havia umas matrizes, nas quais só faltavam as respostas às questões, situação facílima de resolver com algum “apoio especializado”. Qualquer “explicador” ou professor olhava para as matrizes, conseguia adivinhar as perguntas que seriam colocadas e preparar os alunos para responderem a essas questões.

Aliás, deixo aqui uma “dica” para os elaboradores de exames nacionais e provas de aferição. Elaborem matrizes como aquelas que sou intimado a fazer para os exames a nível de escola, e eu asseguro que todos os meus alunos terão no exame uma nota superior à nota de frequência.

publicado por Paulo às 19:03
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3 comentários:
De Júlia a 19 de Fevereiro de 2007 às 18:35
Completamente de acordo consigo. Aliás, escrevi também alguma coisa sobre as provas globais.
Acho também que a "dica" é muito pertinente. De facto as matrizes que eu vi enquanto estava ainda na escola, de matrizes não tinham nada.
Cumprimentos
De Anónimo a 20 de Fevereiro de 2007 às 21:41
Quem mais medo das provas globais ?
Os alunos, os professores, as escolas ou o Ministério do Educação ?

Já antes tiraram os alunos portugueses das provas internacionais para não ficarem sempre em último lugar ?
De Paulo a 21 de Fevereiro de 2007 às 11:03
Não me parece que seja uma questão de medo das provas globais. Muita gente, onde eu me incluo, não consegue vislumbrar qualquer utilidade nas provas. Nãos se vê que delas resulte qualquer benefício para os alunos ou para o sistema educativo.
O único argumento que eu tenho visto ser utlizado, em especial pelos políticos, é o da diminuição do grau de exigência. A verdade é que as provas tais como estavam definidas em termos legais, e com a aplicação prática que veio a ser feita, não traziam qualquer grau de exigência ao sistema.
Quanto à fuga às provas internacionais, penso que isso pertence ao passado e foi um erro, embora se dê demasiado valor aos resultados que os alunos portugueses conseguem, (ou não conseguem) obter. Só se pode comparar o que é comparável, e nem sempre as questões estarão ajustadas àquilo que em Portugal os alunos aprendem na escola. De qualquer forma serve como termo de comparação, nem que seja para ajustar os programas nacionais aos programs dos testes PISA para que na prova seguinte os resultados melhorem.

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