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Domingo, 26 de Março de 2006

Eduquês

Ontem estive a ler o livro de Nuno Crato, “O eduquês em discurso directo”. Genericamente concordo com o que o autor expõe, fundamentado em dois motivos:

a)      Como docente, sinto-me afogado em contextualizações, tendo a noção que  sobre determinados conteúdos programáticos os alunos não aprenderam nada e eu não ensinei nada, porque não sabia aquilo que os alunos teriam de aprender. Essa sensação tive-a com enorme intensidade o ano passado, quando leccionei o 10º ano do novo programa de Física e Química A. Este ano, leccionando o 11º ano, talvez esteja um pouco mais “descontextualizado” e  não me sinto tão inútil.

b)       Possuo em caso um típico produto do construtivismo no ensino da matemática no 1º ciclo. É uma vítima, como tantos milhares de outras por este país, e que talvez venham a representar uma geração perdida para a matemática.

sinto-me:
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publicado por Paulo às 16:49
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1 comentário:
De Idalina Jorge a 24 de Dezembro de 2006 às 00:22
Caro Paulo,
Gosto muito do seu blogue. Relativamente a Nuno Crato, também li o livro. Considero que se trata de um conjunto de idaias soltas, superficiais e pouco fundamentadas.
Porque diz que tem em casa uma vítima do construtivismo?
Não será antes uma vítima da má preparação dos professores do 1º. ciclo para o ensino da Matemática?
Peço-lhe que pense nesta alternativa e me diga qualquer coisa.
Se puder passar pelo meu blogue, ler o registo de 21 de Dezembro sobre as provas de aferição e comentar, agradeço-lhe.
Idalina Jorge

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