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Sábado, 20 de Janeiro de 2007

Colocação de professores

A nova modalidade de colocação de professores através de concurso de escola está a criar problemas. Com centenas de candidatos, as escolas demoram muito tempo a fazer a selecção de cada vez que têm umas horas para colocarem a concurso. Pode até suceder, caso se trate de uma substituição temporária, que quando o candidato estiver escolhido, esteja a terminar o prazo da substituição.

Neste momento, com milhares desempregados, a procurar desesperadamente trabalho, não me parece que o modelo seja eficaz e acelere o processo. Resta esperar a sua rápida substituição.

Além do entupimento dos serviços administrativos com centenas de candidaturas poderá ocorrer um outro problema.

Como em qualquer outro concurso, existem erros na seriação das pessoas. Até este momento, os erros eram normalmente assumidos pelo Ministério da Educação, acabando, regra geral, por colocar os candidatos prejudicados que reclamassem. Neste momento, quem assumirá os erros e as reclamações que advierem. Entre tantos concursos que decorrem alguns erros existirão. Como é óbvio a escola não poderá contratar quem fique prejudicado. Então quem assume o erro se o candidato recorrer a tribunal? Será o ministério a ter que responder ou o presidente do Conselho Executivo? É uma situação que não tardará muito a acontecer. Quem assumirá a responsabilidade? Quem pagará as indemnizações que os tribunais venham a decretar?

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publicado por Paulo às 10:36
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1 comentário:
De bell a 23 de Janeiro de 2007 às 19:26
É o caos! As escolas recebem centenas de candidaturas, algumas repetidas, outras incompletas. Quando terminam de inserir os dados e fazem a ordenação dos candidatos, contactam os colegas e eles ou já foram colocados entretanto ou não aceitam o lugar. è um modelo que apenas convém ao ME.

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