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Terça-feira, 19 de Dezembro de 2006

A informatização das escolas

A revista Time todos os anos costuma eleger a “personalidade do ano”, que umas vezes o é pelas boas e outras vezes pelas más razões. Este ano foi eleito o anónimo utilizador de Internet. Aquele que alimenta a rede com conteúdos, se serve dela para contactos sociais e a utiliza como fonte de informação.

Se há profissionais  que se deveriam rever nesse “You” promovido pela Time a personalidade do ano, seriam os professores. Infelizmente nem sempre assim sucede. Os professores são, ou deveriam ser, profissionais com competências para poderem assimilar a inovação tecnológica, para se servirem dela e para fomentarem o seu uso crítico entre os pares e nos alunos. Embora nos últimos dois ou três anos tenha notado  a mudança de atitude em muitos profissionais, outros há que preferem permanecer no século XX apesar de estarmos em 2006.

Mas a culpa não pode ser atribuída a cada professor individualmente. Os órgãos de gestão das escolas são os principais responsáveis por esta situação.

As escolas  funcionam em termos de organização e de transmissão da informação interna como funcionaram nos últimos 50 anos, com resmas de fotocópias inúteis, com reuniões sem sentido, com papeis que ninguém lê afixados pelos quadros de cortiça,  e com as distorções e perdas que ocorrem na informação quando ela tem que ser transferida entre diversos patamares funcionais, isto quando é transmitida.

A desculpa que é preciso sensibilizar os professores já deu o que tinha a dar. Já são muitos anos de sensibilização. Quem quis, ou aceitou ser sensibilizado, já o foi. Agora é necessário impor. É necessário assumir que se quer uma escola gerida com mais eficácia.

A desculpa que não existem condições também não é válida na maior parte das situações. Se estivermos à espera das condições ideais, essas nunca existirão. Na maior parte das escolas, as condições mínimas já existem. Basta a vontade de quem gere e a eficaz gestão dos recursos humanos e materiais. 

Nas escolas, em especial nas secundárias, (neste momento também começa a surgir nas básicas), existe uma massa crítica de professores com capacidade para colocar as escolas a funcionar de outra forma, mais leve e mais eficaz. Só falta a vontade de quem pode mandar.

Os órgãos de gestão têm autonomia para fazerem uma mais eficaz gestão dos recursos humanos. Por que razão professores, que seriam muito mais úteis na gestão e manutenção das redes informáticas, terão que dar aulas de substituição, fazer vigilâncias de exames, etc?

Os professores do grupo de informática, por este ser recente, não têm, na sua maioria, redução da componente lectiva, mas, mais uma vez, entra aí o querer, a vontade e a definição de prioridades dos órgãos de gestão em canalizarem para actividades da gestão e manutenção das redes, algumas horas do crédito da escola. Há que definir prioridades.

Há escolas que têm montadas óptimas plataformas das quais não é tirada o devido proveito, ( e outras que não tiram proveito nenhum). É preciso dar o passo em frente mudar a forma como a informação circula nas escolas e institucionalizar novos comportamentos.

É na definição de prioridades em termo de gestão que se decide em que século se pretende que cada escola fique.

É preciso dar o salto para o século XXI.

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publicado por Paulo às 17:58
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