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Terça-feira, 5 de Dezembro de 2006

Ensino experimental das ciências no ensino básico

Segundo esta notícia pretende-se que exista ensino experimental das ciências no ensino básico. Apesar de a notícia generalizar, presumo que se referirá ao 1º ciclo, visto que nos outros ciclos já existe de forma "mais ou menos obrigatória".

A ideia é excelente, veremos como se concretiza.

A extinção de algumas escolas com a concentração dos alunos em estabelecimentos com maior dimensão poderá facilitar o equipamento dos espaços. Não será necessário material muito sofisticado nem muito pesado, pelo que nesse aspecto, para cada escola a despesa não será muito grande. A questão está em que multiplicar um valor, mesmo que baixo, por centenas de escolas que  não têm nada e terão que comprar tudo, acabará por fazer com que se atinjam valores muito elevados. Veremos quais irão ser as prioridades orçamentais.

Outro aspecto a considerar está na formação dos professores, não só na componente experimental, mas em ciência em termos gerais. Muito terá que ser melhorado. Será necessário "começar ontem", e só daqui a alguns anos se poderão começar a ver os resultados. Não acredito em formação feita "à pressão", pois tão importante como saber umas "experiências engraçadas" para mostrar às crianças, è saber explicá-las e ter a percepção da sua importância e da sua explicação correcta dos fenómenos observados em termos de formação científica dos alunos.

Um terceiro factor a considerar é a forma como esta actividades experimentais serão introduzidas no curriculo. Corre-se o risco de suceder como no ensino secundário em que se ficou com um programa extremamente extenso e com algumas actividades desenquadradas dos contéudos. Isto faz com que os alunos acabem muitas vezes por não perceberem o que estão a fazer, por que o estão a fazer e a não saberem fazer.

Como sempre, pouco se pode fazer mais do que aguardar. O passado recente faz-me crer que já está tudo decidido e que em breve se saberá todo o plano.

publicado por Paulo às 20:50
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