.links

.posts recentes

. A derrota

. Março de 2007. Lembram-se...

. O Estado a que chegámos

. O próximo passo

. Não será um caso de imped...

. O futuro está aí.

. Será que já batemos no fu...

. Uma acção de formação

. Três notas soltas

. Terminar a tarefa

.arquivos

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

.tags

. (des)informação

. 1º ciclo

. aulas de substituição

. autarquias

. avaliação

. avaliação dos professores

. boatos

. carreira docente

. conselho das escolas

. conselho pedagógico

. dizer bem

. educação para a saúde

. educação sexual

. eduquês

. encarregado de educação

. ensino básico

. ensino secundário

. escola

. escolaridade obrigatória

. exames

. faltas dos professores

. gestão escolar

. horários

. indisciplina

. informática

. josé sócrates

. josé socrates

. manuais escolares

. ministério da educação

. ministra da educação

. política

. políticos

. professores

. programas

. prolongamento do horário

. provas de aferição

. rede escolar

. reuniões intercalares

. sindicatos

. sócrates

. tlebs

. violência nas escolas

. todas as tags

.número de visitas (desde 25/03/06)

Free Website Counter
Free Website Counter
Sábado, 11 de Novembro de 2006

Violência nas escolas

Esta notícia deveria fazer meditar os responsáveis de algumas escolas, com o "faz de conta" que não sabem o que se passa em algumas salas de aula. Este caso foi conhecido mas existem inúmeros que ficam no silêncio das salas de aula, ou de conselhos de turma disciplinares pressionados a tomar medidas paliativas.

Muitas vezes os professores calam com medo. São sujeitos a agressões físicas e verbais e calam. Calam por não verem o apoio necessário nas estruturas; desde os conselhos executivos ao gabinete ministerial. Calam porque sabem que no final são considerados culpados das atitudes violentas dos alunos.

O que se passa neste momento, em alguma turmas de curriculos alternativos do ensino básico deveria ser alvo de profunda análise.

Os professores entram na sala com medo, ansiando pelo fim do ano para se verem livres da tortura a que são sujeitos. Não ensinam nada, porque sabem que os alunos também não querem aprender nada. Apenas sabem que no final do ano há que atribuir positiva. Assim ficam livres, pelo menos daqueles, sempre na esperança que os do próximo ano sejam um bocadinho melhores. Tentam sobreviver dentro da sala de aula, mantendo dentro do possível um aparente equilíbrio emocional que não os deixe serem apontados como "casos" pelos restantes colegas e pelos orgãos de gestão.

 

publicado por Paulo às 15:00
link do post | favorito
|

.Abril 2008

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30