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Sexta-feira, 13 de Outubro de 2006

Leccionar. Actividade menor?

Estive a ler as propostas da plataforma sindical para o Estatuto da Carreira Docente, e, infelizmente,   em relação à estrutura da carreira docente apoiam um dos pontos que eu considero mais negativo na proposta ministerial.

Também, tal como a senhora Ministra da Educação, acham que os últimos escalões deverão ser apenas para os professores que queiram orientar, coordenar, etc, e que para tal tenham adquirido preparação.

Quando apontam na proposta que

“A progressão do 4º para o 5º escalão dependerá não apenas do processo ordinário de avaliação do desempenho, mas de uma avaliação extraordinária (conceito já hoje consagrado no ECD) consubstanciada na análise curricular. Neste caso, o professor poderá solicitá-la desde que ingressa no 3º escalão.

 

Nesta avaliação, o docente deverá provar a frequência, com aproveitamento, de formações em áreas vocacionadas para a assunção de determinados cargos e funções de natureza específica ou especializada na escola”

estão a remeter os  professores que gostam de dar aulas, estar com os alunos, que se sentem bem dentro da sala de aula, mas que não gostam ou não têm jeito para coordenar ou orientar, a ficarem remetidos ao 4º escalão.

 Ou será que não se pode ser um bom professor querendo dar aulas apenas?

Entre esta proposta  e a proposta ministerial, se lhe tirarmos as quotas, no que se refere a este aspecto, não há diferença.

Despreza-se a formação contínua adquirida nas áreas científicas e na didáctica específica em detrimento da formação para cargos de orientação e gestão. Um professor que não se actualize em termos científicos, ou que até nem saiba utilizar um computador, pode ser promovido ao topo da carreira, enquanto que aquele que se dedica à qualidade do seu ensino, desprezando a luta pelos cargos, não passará do 4º escalão.

Será a leccionação uma tarefa menor na profissão de um professor? Afinal parece que sim.

Eu sei que o a palavra ensinar foi banida da proposta  ministerial para o novo estatuto, mas pelos vistos essa foi uma atitude com muitos apoios.

Eu, como professor, quero ser avaliado da forma mais rigorosa possível e quero que a minha progressão dependa dessa avaliação. Mas quero ser avaliado pelos meus conhecimentos, pelos conhecimentos que eu sou capaz de transmitir e pela forma como o faço, não pela formação adquirida para ser candidato a cargos. 

publicado por Paulo às 08:44
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2 comentários:
De Paula a 26 de Outubro de 2006 às 22:30
Pois é, parece que ser professor afinal não é estar com os alunos, estar na sala aula a aula a tentar criar relações de sentido, ligações afectivas,a (tentar) suprir carencias, definir percursos de aprendizagem e tudo o mais que eu - e,felizmente!, muitos mais professores que conheço - faço e gosto de fazer. Vou ter que passar a gostar de cooordenar trabalho de professores, que gostar de tarefas administrativas, que me preocupar com fazer formação que não incida directamente na minha pratica pedagógica. Porque será que a Ministra considera que professores assim não são competentes?!
De Paulo Izidoro a 26 de Fevereiro de 2007 às 07:26
Citei este artigo em
http://bibliotequices.blogspot.com/2007/02/contas-de-sumir.html

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