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Segunda-feira, 2 de Outubro de 2006

Afinal havia outra....

Desde que começou a ser discutida a revisão do Estatuto da Carreira Docente, se ouviu por parte dos responsáveis políticos que era necessário diminuir o absentismo dos professores e que não era admissivel que os alunos ficassem sem aulas. Para evitar que os alunos ficassem prejudicados avançaram com a proposta do máximo de 3% de faltas à componente lectiva. Era um argumento que colhia simpatia fora da classe docente e até entre alguns professores.

Sempre achei que a justificação não era muito clara. Embora alguns professores faltem muito, e isso é sempre muito prejudicial para os alunos envolvidos, criando-lhes graves problemas, a verdade é que a maior parte dos professores falta pouco ou até nem falta. Existiam outras formas de resolver esse problema.

Afinal havia outra....razão!

Este fim de semana descobriu-se o verdadeiro motivo. Não tem qualquer relação com o número de aulas perdidos pelos alunos.

No jornal Sol de 30 de Setembro vem uma citação de Jorge Pedreira, Secretário de Estado da Educação.

“Quando um trabalhador tira um dia de férias, não o volta a gozar. Já os professores, estando as escolas paradas em Agosto, acabam por gozar ambos. Tem de haver limites”

Afinal é apenas uma questão de alguém andar a gozar dias de férias a mais.

Gostaria que o senhor Secretáriode Estado me esclarecesse melhor.

Conhece alguém que tenha gozado dias de férias a mais?

Então deveria "castigar" quem permitiu tal.

Quem é que autoriza as férias?

Se o senhor Secretário de Estado da Educação conhece algum Conselho Executivo que tenha permitido mais férias do que o legalmente previsto, então actue,e não use a bomba atómica para exterminar um mosquito.

publicado por Paulo às 19:21
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