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Sábado, 23 de Setembro de 2006

Chamem a policia

Há alguns dias, um responsável, de acordo com os jornais um coordenador do Centro de Área Educativa, ameaçou mandar a GNR retirar os filhos aos pais que não os deixavam ir à escola. Isto passou-se em Gemieira, uma aldeia do concelho de Ponte de Lima.

Imediatamente imaginei o ridículo da situação: as agentes da GNR, que nisto de lidar com crianças a sensibilidade feminina é muito importante, a pegarem nas crianças ao colo, que por cima do ombro olhavam para os agentes do Corpo de Intervenção, de capacete, escudo e bastão, a baterem nos seus pais.

Ontem ao ler a revista Visão (nº 707) deparei com uma situação que realmente merecia que se chamasse a GNR, ou melhor, a GNR deveria estar lá verificar, ou no mínimo, agora que ela é conhecida de todos os portugueses actuar imediatamente.

Em Albergaria da Serra fechou a escola que teria apenas cinco alunos, (que não ponho em causa ser um motivo forte para o encerramento), e os alunos passaram a ir para a sede do concelho, em Arouca.

Até aqui tudo bem, até se ver a “prova do crime”.

Na página 91 e 92 estão 2 fotografias. Na primeira estão 4 crianças, (provavelmente com idades entre os 6 e os 9/10 anos), sentadas no banco traseiro do táxi. Quatro!!! Num local onde existem três cintos. No momento da fotografia, preparados para iniciar a viagem, nenhuma delas tem, das três que o podem fazer, o cinto de segurança colocado. Na segunda fotografia, podem observar-se as crianças fora do táxi, já na sua aldeia. São cinco crianças. Uma delas terá viajado no banco da frente.

Vergonhoso!!! Só me resta esta expressão!

Deveria ser interessante saber o que se passará na cabeça destas crianças quando um professor, ou um agente da autoridade que seja convidado para ir à sala de aula, falar de segurança rodoviária: do cinto de segurança e da obrigatoriedade das crianças viajarem no banco traseiro.

Estas crianças vão crescer, ser adultos, com a ideia que há leis, mesmo aquelas que têm a ver com a segurança e a diminuição do risco de morte, que não são para cumprir, isto sob o beneplácito de quem deveria estar atento a estas situações.

Se ocorrer um acidente, e uma destas crianças morrer, por não estar devidamente protegida, quem responderá pela morte: a ministra da educação? Os secretários de estado da educação? O director regional de educação? O coordenador do centro da área educativa? (todos eles propuseram a mudança). O presidente da câmara? O vereador da educação? (aceitaram a mudança assegurando que existiam condições para ser feita). Os pais? ( aceitam que os filhos viajem nestas condições sem alertar as autoridades). A GNR? (que perante uma transgressão conhecida publicamente, não actuou).

Não. Apenas vai existir um culpado e condenado nos tribunais. O motorista do táxi.

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publicado por Paulo às 10:49
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