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Quinta-feira, 31 de Agosto de 2006

Vigência dos manuais escolares

Li e ouvi em vários orgãos de comunicação social, Vasco Teixeira, da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, APEL, declarar-se contra a adopção de manuais escolares por seis anos. A sua argumentação é ridícula. Apoiar-se na recente desclassificação de Plutão, que deixou de pertencer à família dos planetas, ou na variação do preço do petróleo para defender períodos mais curtos para a vigência dos manuais, mostram  falta de argumentação credível.

Qualquer pequena alteração científica ou de outro campo pode ser perfeitamente analisada nas aulas pelo professor, não sendo necessário alterar o manual. Aliás, quando Vasco Teixeira refere a necessidade de no próximo ano se produzirem adendas ou outro tipo de rectificações aos manuais por causa de Plutão, parece revelar uma atitude de responsabilidade por parte dos editores que não se verifica na prática.

Sempre me passaram pelas mãos, e estão em vigor neste momento, manuais com exercícios errados, tabelas erradas, e outro tipo de deficiências, algumas até no aspecto científico, que as sucessivas edições anuais  não alteram. Os erros repetem-se sem que seja feita a correcção. Agora querem ir a correr rectificar o número de planetas do sistema solar?

Por favor, não gozem comigo!

publicado por Paulo às 23:13
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