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Domingo, 27 de Agosto de 2006

Longe da realidade

 No jornal Público de hoje, na secção "Cartas ao Director", vem um texto de um sindicalista,  (Presidente da Assembleia Geral do Sindicato Nacional dos Professores Licenciados), que mostra a que distância alguns destes representantes dos docentes se encontram da realidade.

Afirma ele:

( O sublinhado é meu)

"A avaliação dos professores por parte dos pais dos alunos não passou de uma opereta que é, servindo de cortina de fumo a uma docimologia inoperante dos professores em que as passagens de escalão estão condicionadas à frequência de acções de formação presencial em que o docente de uma determinada matéria curricular pode frequentar uma de matéria totalmente diferente da sua. Exceptua-se a passagem para o 8.º escalão, constando de um relatório crítico elaborado e defendido pelo candidato..."

Será possível que um dirigente sindical, numa matéria tão sensível como é a progressão na carreira, desconheça que há vários anos que a "prova de acesso" ao 8º escalão, que consistia  na defesa do curriculum, deixou de existir?

Nada me move contra o referido sindicato, nem contra a pessoa em causa, mas não posso deixar de referir este afastamento da realidade.

Como pode um dirigente sindical negociar leis e defender os direitos laborais dos professores, quando desconhece pormenores importantes da legislação actual?

publicado por Paulo às 11:48
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1 comentário:
De rui baptista a 7 de Junho de 2007 às 22:06
Na verdade, na minha carta do Público em que escrevi, por "lapsus calami", que na progressão da carreira docente exceptua-se (...) queria escrever "exceptuava-se". O que na verdade, como concordará, mais veio facilitar as coisas: já nem esse pequeno obstáculo existe. Somente anos de serviço sejam eles óptimos, bons ou apenas suficientes.
Rui Baptista

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