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Domingo, 30 de Setembro de 2007

Alterações nos critérios de avaliação

Está para publicação em Diário da Republica uma alteração à portaria 550-D. Dessa alteração constam as alterações dos currículos, que já eram conhecidas, e, como novidade, surge a imposição, por via legislativa, da obrigatoriedade de considerar a componente experimental na avaliação de final de período.

Concordo plenamente com a obrigatoriedade dessa avaliação. Aliás, sempre a fiz, desde que no 12º ano passou a haver trabalhos práticos obrigatórios, que eram sujeitos a avaliação no exame final, mantendo essa atitude nos actuais 10º e 11º anos.

Já pode ser criticável a percentagem atribuída, mínimo de 30%, mas sem dúvida que haveria o risco bem real, de, se não fosse fixado um valor, algumas escolas optarem por valores muito baixos, quase sem significado na avaliação.

Um aspecto a criticar é o momento em que estas alterações surgem. Tudo isto deveria ter sido anunciado antes do ano lectivo se iniciar e os departamentos disciplinares definirem os seus critérios de avaliação. Não é “bonito” informar os alunos que os critérios que já lhes haviam sido comunicados vão ser alterados. As regras do jogo devem ser conhecidas por todos desde o início, mas isso não parece ser assunto que perturbe muito a equipa do Ministério da Educação.

Aliás, em termos de alteração dos critérios, ainda poderão existir surpresas durante o ano lectivo. Estão prometidos testes intermédios a Física e Química A, só que ninguém sabe quando, em qual dos anos de escolaridade, quais serão os conteúdos avaliados e se existe obrigatoriedade de os considerar na avaliação de cada período.

Mais uma vez os professores e os alunos correm o risco de verem as regras de avaliação com que estão a trabalhar serem alteradas num qualquer momento. Não fica bem!

publicado por Paulo às 19:19
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Quinta-feira, 27 de Setembro de 2007

Grelhados

Já são conhecidas as grelhas propostas para a avaliação dos professores. Não fosse o aspecto trágico da situação e pensaria o leitor desatento que se tratava do argumento para uma comédia.

Não que eu esperasse algo de muito diferente tendo em conta tudo o que já estava definido no Estatuto, mas a realidade conseguiu ultrapassar as perspectivas mais animadoras.

Estamos perante uma classificação subjectiva em que a maioria dos parâmetros terá a classificação que o avaliador pretender dar, sem o mínimo de objectividade.

Vou neste post e em alguns que se seguirão analisar algumas pérolas da grelha. Irei começar pela grelha preenchida pelo Coordenador de Departamento nos 2º e 3º ciclos e no secundário.

“O docente procede à planificação do programa, das unidades didácticas e das aulas” .

Quais são os critérios para classificar entre 1 e 4? Repare-se que não se fala do conteúdo da planificação pois isso fica em outros itens, mas apenas se fez ou nãoos planos.

Quantas planificações tem que falhar para ter 3? E para ter 1 quantas fez?

 

Os itens seguintes dizem respeito ao conteúdo das planificações, sem também se perceber, ou melhor, percebendo que depende da disposição do avaliador, qual o critério para atribuir os diferentes valores.

Outra questão se levanta. Com apenas seis aulas assistidas, em todos os outros planos podem surgir uma multiplicidade de instrumentos de ensino e uma diversidade impar de estratégias, que ninguém irá lá estar para controlar a sua aplicação.

 

Mas outra questão se levanta? Aqueles parâmetros apenas podem ser avaliados na globalidade de um ano. Vai o avaliador analisar os planos de aula de todos os seus avaliandos? Quinhentos, seiscentos, setecentos, ou até mais. Alguém acredita nisso?

Em 200 aulas de um ano em que apenas 3 vão ser observadas, o importante é o que está no papel das outras 197 e não o que na realidade sucede dentro da aula.

É o predomínio da forma do plano sobre o conteúdo da aula.

 

Estamos no reino da subjectividade e do faz de conta.

publicado por Paulo às 22:30
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Quarta-feira, 26 de Setembro de 2007

O peso do saber

Oitavo ano, dia apenas com aulas de manhã, cinco disciplinas.

Peso da mochila: entre 5,5 kg e 6 kg. ( A balança não permite melhor leitura).

 Consequência das minúsculas aulas de 45 minutos e dos manuais com folhas em excesso em relação ao necessário.

Só mais uma pormenor. Os cadernos comprados  inicialmente já foram substituídos por outros com  apenas metade das folhas, numa tentativa de diminuir o peso a transportar.

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publicado por Paulo às 10:56
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Domingo, 23 de Setembro de 2007

A desactualização dos manuais

Continuam os argumentos, vindos do sector da edição, sobre a desactualização dos manuais escolares durante o período de seis anos.

Parece-me que este argumento é, no mínimo, absurdo. Bastaria ir aos actuais manuais e contabilizar os conteúdos que resultem de alterações ao conhecimento estabelecido que tenham surgido recentemente.

Há alguma mudança do conhecimento científico que tenha surgido nos últimos seis anos, com consequência no conteúdo dos manuais?

Tenho dúvidas que exista, mas, se tal suceder, como caso de Plutão, não é nada que o professor não possa resolver na aula com a maior das facilidades.

publicado por Paulo às 19:28
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Terça-feira, 18 de Setembro de 2007

Edifícios escolares

Segundo um estudo da DECO os alunos passam frio nas salas de aula e a qualidade do ar é má. O problema é antigo e os resultados não surpreendem quem trabalha nestes locais.

É normal os alunos estarem sentados com os casacos vestidos. E se é assim numa secundária com aquecimento, eu imagino o que não se poderá passar em algumas escolas do 1º ciclo que não o possuem.

O desperdício nas escolas com aquecimento é também muito elevado. Muitas vezes a temperatura fica demasiado elevada, obrigando a abrir janelas.

A qualidade do ar também está relacionada com esta questão. A necessidade de manter as janelas abertas durante os intervalos, aumenta os custos em combustível de forma assustadora. A arquitectura das nossas escolas leva a que a renovação do ar dentro das salas tenha que ser feita pelas janelas. Não importa que seja Verão ou Inverno.

Há demasiado desperdício nas escolas devido a erros arquitectónicos e de má qualidade dos materiais.

É absurdo que na maior parte dos dias seja necessário fechar os estores. Seja porque o Sol incomoda os alunos, ou então porque a reflexão da luz no quadro não permite ler o que lá se encontra escrito. Depois é necessário acender as lâmpadas para que se possa trabalhar num ambiente luminoso confortável.

Já alguém fez contas? Em quantas salas de aula de Portugal isto se passa? Durante quantas horas?

Outras vezes são obras mal planeadas.

Uma escola resolveu colocar telas para permitir a utilização de retroprojectores em todas as salas. Medida de aplaudir. Mas… as salas tinham todas uma tomada do lado esquerdo do quadro. As telas foram colocadas sobre o quadro, mas sempre do lado direito. A distância a que ficaram da tomada obriga sempre ao uso de um cabo de extensão eléctrica quando se utiliza o retroprojector. Mais um exemplo de despesa desnecessária.

 

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publicado por Paulo às 23:04
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Sexta-feira, 14 de Setembro de 2007

Regulamentação do estatuto

Estão a decorrer as negociações para a regulamentação do Estatuto da Carreira Docente.

Todas as normas já estão no documento e agora trata-se apenas de operacionalizar a sua aplicação. De nada vale aos sindicatos reclamarem contra os parâmetros da avaliação. Estes já estão definidos, e não será este governo que os mudará. Isso traria uma alteração ao próprio ECD, para a qual é evidente que não existe vontade política. Neste momento apenas sobra aos sindicatos a tentativa de minorar os efeitos de alguns parâmetros da avaliação.

O ECD está aprovado e em vigor. No momento da negociação os sindicatos fizeram bem o seu papel, que não teve correspondência entre a classe docente, com as greves a não terem o efeito desejado.

Nesta fase de regulamentação apenas poderão ser minimizados alguns danos, e nada mais que isso. O governo teve a capacidade de aprovar um estatuto já bastante regulamentador, impedindo desta forma o surgimento de interpretações distintas da lei nesta fase posterior.

Ficando a aguardar que soprem novos ventos políticos, poderiam os sindicatos ter optado por uma luta que usasse o próprio estatuto.

Tiveram a oportunidade das eleições para os cargos de coordenação. A votação passiva e “bem comportada”  revelou uma aceitação do actual ECD e da estrutura de carreira nele imposta. Por que não propuseram os sindicatos a rejeição do ECD nesta eleição? Era fácil, não descontava no salário, não prejudicava os alunos e daria para ver de que lado estariam os professores.

Há uma outra forma de lutar com o próprio ECD. No seu art 1º nº2 c), relativamente aos direitos dos docentes, escreve-se

Direito ao apoio técnico, material e documental”,

que surge definido no artº 7º

“O direito ao apoio técnico, material e documental exerce-se sobre os recursos necessários à formação e informação do pessoal docente, bem como ao exercício da actividade educativa.”

Por que não vem uma proposta sindical apontando  para que os professores, neste início de ano lectivo, exijam o direito ao material necessário para o exercício da actividade educativa?

É um direito que temos. Se temos que cumprir os deveres devemos exigir os direitos.

Os professores sempre gastaram parte do seu vencimento para equipar a escola e fornecer material aos alunos. Em qualquer empresa e serviço o material de trabalho é fornecido pela entidade patronal. Por que é que terá de ser diferente para os professores?

Eu estou contra este estatuto na questão da divisão da carreira, na existência de cotas e em alguns dos parâmetros de avaliação, mas cada vez me sinto mais sozinho nesta discordância.

publicado por Paulo às 10:03
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Domingo, 9 de Setembro de 2007

Entrevista

Um dos principais editores portugueses, Vasco Teixeira, deu uma entrevista ao jornal Público de sábado. Fez afirmações das mais duras que eu já vi escritas contra a actual ministra da educação. Claro que  devemos contextualizar as afirmações, não esquecendo que são proferidas por alguém que vive de uma indústria afectada pela política do actual ministério.

Fica aqui um pequena citação:

“…fez tudo da pior maneira porque não tem confiança nas pessoas nem nas instituições. Faz tudo de uma forma centralizada, sozinha. Acho que vai acabar o mandato angustiada e só. A ver as medidas a não resultar. Tem uma visão demasiado desconfiada e centralizadora que faz com que transforme boas ideias em más políticas e más políticas em péssimas concretizações.”

publicado por Paulo às 08:13
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Quarta-feira, 5 de Setembro de 2007

Currículos do Ensino Secundário

          A reestruturação dos currículos do Ensino secundário deixou ainda alguns aspectos que poderiam ser melhorados.
         1- Distribuição mais equitativa da carga horária ao longo dos 3 anos.

         Existe um excesso de horas nos dois primeiros anos, no fim dos quais os alunos realizam dois exames nas disciplinas específicas, ficando o 12º ano com uma carga horária muito leve. Neste ano, apesar da realização de dois exames, para a maioria dos alunos, o exame de Português não tem a relevância que têm os efectuados no 11º ano no seu futuro académico. 
         2- Uniformização do número de alunos a que ocorrem os desdobramentos das disciplinas e colocação dessas disciplinas sempre em número par em cada turma.
         A situação actual cria alguns problemas técnicos na elaboração dos horários, que são resolúveis, mas origina muitas vezes maus horários para as turmas. A inexistência de turnos de duas disciplinas que possam funcionar em simultâneo, alarga o horário da turma, provocando algumas vezes horários com diferente número de tardes/ manhãs livres dentro da mesma turma, situação geradora de alguns conflitos.

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publicado por Paulo às 07:07
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