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Quinta-feira, 27 de Abril de 2006

Pergunta estúpida (2)

   Será que a partir de agora, sempre que os professores solicitarem autorização para estarem presentes numa acção de formação, da qual é apenas indicado o título no pedido de autorização, têm que declarar sob  compromisso de honra que não vão ser entregues manuais escolares?

sinto-me:
publicado por Paulo às 23:07
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Segunda-feira, 24 de Abril de 2006

Os erros de Valter Lemos

Como os governantes não mentem, é óbvio que o secretário de estado Valter Lemos só pode estar mal informado.

Hoje à noite este membro do governo foi entrevistado no Jornal das 9 da SIC Notícias.

Perante a crítica feita à inexistência de provas-modelo para os exames das disciplinas da reforma curricular, afirmou que tais provas nunca existiram em anos anteriores, sendo sempre adaptações de provas já feitas.

É falso. No primeiro ano em que a anterior reforma chegou ao 12º ano, foram feitas provas-modelo originais. Nos anos seguintes as provas foram adaptações.

 A tentativa de argumentar em relação ao injustificável leva-o a cometer estes ”erros”.

sinto-me:
publicado por Paulo às 22:22
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Pergunta estúpida!!!!

              Por que razão os professores que viram o seu pedido de destacamento deferido pelas direcções regionais são penalizados, tendo que voltar à sua escola nesta altura do ano, e os responsáveis que os deferiram  ilegalmente continuam a ocupar o seu posto?

             Não dá para entender!!!!

sinto-me:
publicado por Paulo às 17:29
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Sábado, 22 de Abril de 2006

Testes?

Hoje, em alguns jornais, vem noticiado que no teste nacional de Matemática realizado em Dezembro a média é de nove valores, esperando-se uma média ainda inferior para o que foi realizado em Março.

Será que vale a pena fazer testes e exames? (estes e outros)

Por um lado respondo sim, porque me parece que eleva, (ou não deixa cair muito), a qualidade do sistema, obrigando a cumprir programas, aferindo a avaliação praticada nas várias escolas e incentiva alguns alunos.

Por outro lado diria que não, pois um sistema baseado em testes e exames pressupões que os alunos estudam, mas a verdade é que uma parte significativa dos alunos que estão no sistema de ensino, particularmente no básico e no secundário, não estuda. Muitos não têm cadernos, não passam os apontamentos, quando os passam não os lêem, deixam livros e cadernos nos cacifos em vez de os levarem para caso para estudar, deixam os manuais no final do ano no mesmo estado impecável em que foram comprados, não fazem qualquer trabalho de casa, etc.

Pode-se esperar que estes alunos tenham positiva nos testes e nos exames? É óbvio que não. Então para que os obrigamos a fazer algo que à priori sabemos que eles não são capazes de fazer?

Há algo de absurdo nisto.

Para muitos “pedagogistas” a resposta é: “os professores é que são os culpados por os alunos não estudarem”.

Eu não concordo, e pedia aos defensores dessa tese que me ajudassem. Abro-lhes a porta da minha sala de aulas se quiserem.

sinto-me:
publicado por Paulo às 17:11
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Quarta-feira, 19 de Abril de 2006

Manuais escolares (II)

Nesta polémica que surgiu acerca dos manuais escolares, não consigo entender a grande resistência que as editoras estão a fazer, “tomando as dores” dos professores, que até ao momento ainda não me apercebi  que tivessem reclamado profundamente da nova legislação.

Não conheço ainda a versão final da lei, mas não subscrevo de forma alguma as críticas dos editores, assim como também não me identifico com as palavras que ouvi ao Secretário de Estado, referindo que a partir deste momento os professores escolherão os manuais com autonomia e responsabilidade. Nunca me senti pressionado por nenhuma editora para escolher manuais e sempre assumi as boas e más escolhas que efectuei. Nesse aspecto não consigo ver que a nova lei produza qualquer alteração.

Quanto aos editores tanta reclamação só poderá advir de alguma diminuição dos lucros. Não vejo mais nenhuma razão.

publicado por Paulo às 22:57
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Sábado, 15 de Abril de 2006

Manuais escolares

Actualmente aos alunos do primeiro escalão, na sua maioria pertencentes a famílias carenciadas, embora nem todos, são atribuídos manuais escolares gratuitamente.

A Ministra da Educação apregoa, com enorme ressonância nos meios de comunicação social que, com a nova lei sobre os manuais escolares aprovada esta semana, os alunos de ensino básico pertencentes a famílias carenciadas, beneficiários do primeiro escalão, irão passar a ter manuais gratuitos.

Agradeço à senhora Ministra ter-me elucidado de forma tão clara acerca de tão excelente progresso entre o que se passa na actualidade e que ocorrerá no futuro.

Muito obrigado à senhora Ministra da Educação, sem esquecer os jornais e televisões que fervorosamente com ela colaboram no anúncio de tão inovadoras medidas.

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publicado por Paulo às 14:47
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Quarta-feira, 12 de Abril de 2006

Orgãos de (des)informação (II)

Afinal qual é o papel dos órgãos de informação? Será o de apenas retransmitirem tudo o que lhes chega?

Será que não é sua missão fazer uma análise crítica da informação quando os intervenientes prestam declarações contraditórias? Não lhes compete ir procurar a “terceira via”?

Estas questões vêm a propósito da polémica que está a opor o Ministério da Educação (ME) e as editoras de manuais escolares.

O ME fala em alhos e as editoras respondem com bugalhos. Não consigo perceber qual é exactamente o problema, apesar de já ter ouvido várias notícias em diferentes canais televisivos.

Não se percebe se vai haver atraso nos manuais escolares do próximo ano, qual a causa desse possível atraso, quais os manuais que podem sofrer atraso… enfim não se percebe nada.

Como já é costume para o ME os maus da fita são sempre os outros. Até pode ser que sim, mas… como se dizia numa quadra de um texto de um antigo livro da instrução primária.

Coitado do mentiroso,

Mente um a vez, mente sempre.

Mesmo que diga a verdade

Todos lhe dizem que mente.

Se nos telejornais em vez de ouvirmos a um entrevistado, aquilo que o entrevistador já referiu que ele disse, que por sua vez o apresentador já tinha dito que ele diria, se visse um pouco mais de pesquisa sobre os assuntos abordados, talvez os intervenientes nas notícias fossem mais concretos e esclarecedores.

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publicado por Paulo às 14:29
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Terça-feira, 4 de Abril de 2006

Sócrates: o que sabe tudo

O primeiro-ministro tem sempre uma opinião sobre o que está mal e o que é necessário fazer no sistema educativo português. Parece ser especialista em problemas de educação.

Estou farto de ouvir José Sócrates debitar opiniões sobre a educação em Portugal, considerando que se limita a apregoar frases emblemáticas que parecem soar bem, mas que não significam nada e não traduzem a realidade. Já era altura de, sobre a educação e o sistema educativo, revelando alguma humildade, Sócrates dizer: só sei que nada sei.

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publicado por Paulo às 15:30
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