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Terça-feira, 25 de Julho de 2006

Desastre curricular

Embora o tempo seja de férias, para alguns, fica aqui a referência a um artigo, (Atentados ao Choque Tecnológico? - De “Reforma” em “Reforma”..até à Aposentação final), que aborda o grave problema que está a ocorrer no ensino das ciências exactas.

A curto prazo as consequências serão desastrosas para o país.

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publicado por Paulo às 20:12
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1 comentário:
De RF a 25 de Março de 2007 às 22:23
EDUCAÇÃO FÍSICA OU A INJUSTIÇA NO ACESSO À UNIVERSIDADE
Alguns pais têm vindo a contestar que a disciplina de Educação Física passar a integrar a média do 10º e seguintes e posteriormente influenciar a nota de acesso ao ensino superior a partir de 2007.
A contestação baseia-se nas características próprias da disciplina de Educação Física que origina ab initio desigualdades no desempenho entre alunos, inultrapassáveis por razões de ordem física, sendo premiados os mais aptos fisicamente e prejudicando os menos aptos, os gordos, com doenças oculares, asmáticos, etc , de forma indirecta. Não apoiamos uma sociedade em que os mais aptos fisicamente devam ser privilegiados.
Solicitamos que esta disciplina seja avaliada como até aqui, mas que não passe a ser factor de discriminação e de competitividade entre alunos.
Na prática deve ser retirada da média de acesso ao superior, ou em alternativa o aluno que venha a beneficiar da sua inclusão o faça por sua opção.
Nada há contra a Educação Física, antes pelo contrário, queremos promover os seus valores humanistas como veículo de combate à competitividade existente entre os alunos noutras disciplinas, diferenciando-se esta por um espaço lúdico dentro da escola, pela criação de mente sã em corpo são, por estimular a cultura física e cumprir o desideratum escrito na Constituição, por promover o combate à progressiva desumanização que a competição das outras disciplinas arrasta.
Falamos de sucesso escolar e não de insucesso. Esta medida vem injustiçar os alunos que prescindiram dos fins de semana, do tempo de família e lazer, que enfrentaram muitas vezes a chacota de colegas e obtiveram elevadas classificações em disciplinas competitivas e exigentes, ultrapassando muitas dificuldades, valorizando-se, à escola, aos professores, aos pais, e deram um safanão na mediocridade. Agora o Ministério presenteia-os com esta situação que vem de sobremaneira baixar as notas dos alunos considerados"bons".
Não existe uniformidade entre escolas quanto aos tempos de aulas, quanto aos critérios de avaliação, não estão previstas aulas de recuperação para os menos aptos, não se conhece como se pode lidar com os acometidos de doença/trauma de forma consensual, uniforme e criteriosa, entre outros. Quando um encarregado de educação observa um ponto de matemática do seu educando pode compreender o que vai mal, no que vai ser preciso melhorar, pode pedir opinião ao professor no que se deverá mudar para melhorar o desempenho do aluno, mas na Educação Física o que temos? apenas uma nota final!
Penso que esta situação merece ser defendida por todos os que acreditam que vale a pena lutar contra a desigualdade e combater medidas demagógicas e injustas, mesmo quando estas prejudicam minorias. O combate ao insucesso não passa pela luta contra o sucesso escolar!
Sendo assim preconizamos uma melhor ligação da Educação Física com os alunos para que esta disciplina seja o paradigma da diferença para com as outras disciplinas pela valorização humanista, da motricidade e da camaradagem entre alunos, que deve promover . Ao igualar-se às restantes nos métodos competitivos perde a sua essência mais pura e brutaliza-se.
Solicito pois a vossa colaboração nesta campanha, que apenas tem como objectivo proteger o mérito, combater o oportunismo e a injustiça e relançar novamente os valores da cultura física na sociedade escolar, como os Jogos Olímpicos exemplificam a nível global, valores ultrapassados pela alteração legislativa entretanto criada e que urge alterar.

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