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Quinta-feira, 6 de Julho de 2006

Escolas e contratos de professores

As escolas vão poder contratar directamente os professores de que irão necessitar. Se esta medida poderia ser positiva, para determinadas disciplinas de cursos profissionais, desde que fosse transitória, a sua generalização a muitas outras situações, vai trazer para as escolas portuguesas a corrupção e o compadrio. Vão ser colocados os conhecidos, os amigos, os do partido, os da família, etc, não atendendo à capacidade profissional e habilitações de cada candidato.

Alguém ainda se lembra de como, há alguns anos, eram feitas as contratações a nível de escola?

Os grandes defensores da “privatização do ensino público”, e também advogados desta medida, argumentam que se trata de trazer para a educação o que é feito na actividade privada. Esse é que é problema. Na actividade privada, se não houver falta de profissionais, os empregos são arranjados por “cunha”. É o conhecido que faz um pedido, é o sobrinho da prima da cunhada, que precisa de um emprego, etc. As empresas privadas contratam através de anúncio ou concurso, quando não existem ninguém à procura de emprego entre os conhecidos de quem contrata. Vai ser isso que se vai passar nas escolas daqui para a frente.

A contratação pelas empresas privadas não é exemplo para ninguém em termos de selecção dos melhores.

publicado por Paulo às 16:04
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