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Domingo, 2 de Julho de 2006

Os alunos copiam?

Há pouco mais de uma semana foi notícia um estudo que mostrava a elevada percentagem de alunos portugueses do ensino superior que copiava nos testes. Não sei de onde nasce o espanto quando o “apelo ao copianço” é iniciado no ensino secundário.

1 – O aluno sabe que não corre grandes riscos por copiar.

a) Se o aluno está a olhar para o teste do lado ou a falar com o colega, quase sempre o professor se limita a uma repreensão, obrigando o aluno a calar-se ou ficar virado para a frente.

b) Se o “copianço” é escrito, o professor retira-lhe a “cábula”, ou em situações mais drásticas, anula-lhe a prova e dá-lhe uma nova oportunidade.  Quem é que deixou o aluno irremediavelmente com zero valores numa avaliação em que ele copiou? Eu não conheço ninguém que o tenha feito.

2- O Ministério da Educação fomenta o “copianço”, ao colocar como material necessário para o exame, em algumas disciplinas, as máquinas calculadoras gráficas, que não precisavam de ser utilizadas, e colocando nos exames questões que apenas apelam à memorização. As respostas vão escritas na máquina e há instruções “superiores” para que os professores não verifiquem nada do que as máquinas possuem.

Desconfio que se um professor penalizasse de forma grave qualquer “copianço”, ou a tentativa, não atribuindo classificação nem dando possibilidade de repetir a prova, teria imensos problemas, e como problemas já não lhe faltam….

Se realmente houvesse vontade de diminuir a intensidade esta “praga”, ( acabar com ela seria utópico),  bastaria considerar, em termos legais, estas fraudes como uma infracção disciplinar.

Entretanto vamos fingindo que tudo vai bem, … e que copiar faz parte do sistema. Se o aluno olha para o teste do colega do lado basta ir perguntando “Tens alguma dúvida?”.

Vamos sendo “porreiros”!

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publicado por Paulo às 16:10
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